Capítulo 5

883 Palavras
Sarah Beaumont Eu já sabia que meu chefe era ignorante, mas não que chegasse ao ponto de ser m*l educado, ele não me ajudou nem com as malas, se bem que não estava pesada, mas seria pelo menos educado da parte dele oferecer ajuda. Chegamos a sua casa rapidamente, ele estacionou o carro e mandou eu descer. Diferente do Sr. Zangado, um segurança me ajudou assim que abriu os portões da mansão. Assim que entrei fui direto para o meu quarto, que a Maria tinha me mostrado ontem. Depois de me instalar, fui para o quarto da Alicia, a encontro resmungando no berço, provavelmente acabou de acordar. Quando ela me ver abre um sorriso banguela. A pego no colo dando um beijo na sua testa e a levo para tomar banho e trocar a fralda. Depois de terminar de arrumá-la, eu dou mamadeira pra ela e a coloco para arrotar. Algumas horas depois O dia se passou rápido e logo a noite chegou. Passei o dia brincando com a Alicia, ela é um doce. A Maria disse que foi incrível a forma como ela se apegou a mim, já que com as outras babás ela sempre ficava inquieta e chorando. Depois que a Alicia dormiu eu desci para comer algo. No caminho encontro com o meu chefe que provavelmente acabou de chegar da empresa. Ele passa por mim sem falar nem um boa noite. — m*l educado. Murmuro baixinho, mas acho que ele ouviu, já que rapidamente ele parou. — Disse alguma coisa, senhorita? Ele pergunta sério. — Não, senhor. Ele me olha desconfiado. — Acho bom. Ele murmura e entra em uma porta que provavelmente é onde fica seu quarto. Essa foi por pouco. Desço a procura da Maria e a encontro na cozinha. — Que cheiro bom. Digo ao sentir o belo aroma. — Sente—se, querida. Ela diz me olhando com um sorriso. Maria me serve como um pedaço de lasanha que parece deliciosa. —Obrigada, Maria. Antes que ela possa responder escuto a voz do meu patrão. — Maria, eu vou sair com o Eduardo, não precisa se preocupar com a janta, pode ir descansar. Dito isso ele vai embora. Babaca. Continuo minha refeição, até que escuto vozes vindo da sala. — Espera aí Sr. Estresse, seu amigo aqui só vai dá um beijo na Maria Não reconheço essa voz, então presumo ser o amigo do sr. Zangado — Vai logo Eduardo, antes que eu perca a paciência com você. Dessa vez é meu patrão que fala. Ele não tem paciência nem com o amigo, credo. — Mariaaaaaaaaaaaaaa, oh, Mariaaaaaaaaaaaaaa. Ele entra cantarolando na cozinha. Seguro uma risada. — Como você está minha flor? Ele pergunta dando um beijo e um abraço em Maria. Até agora ele não notou minha presença, ou, se notou decidiu ignorar. — Vou bem, menino. Ele diz retribuindo o gesto. Então ele se vira e me vê. Não sei o que aconteceu com ele, mas ele ficou paralisado. Meu Pai, o jeito que ele tá me olhando tá dando medo. — Edu, essa é a Sarah, a babá da Alicia. Maria me apresenta a ele. Ele parece sair do transe. — Oi Sarah, é um...Prazer...conhece — lá. Ele gagueja um pouco. Estranho — Igualmente, sr. Eduardo. Digo — Pode me chamar de Edu, não sou que nem aquele zangado que está lá.... — EDUARDO, VAMOS ANTES QUE EU DESISTA. O sr. Miller grita da sala. — Aí, não falei. Dou uma risada e ele sai da cozinha ainda me olhando estranho. Credo! — Eu acho que o Edu gostou de você. Maria se pronuncia. —Porque acha isso? Pergunto — Ele ficou paralisado olhando para você querida. Ela diz retirando o prato que já está vazio na minha frente. — Você está vendo coisas onde não tem. Digo — Pode deixar que eu lavo a louça, vá descansar. Digo indo para a pia. — Imagina Sarah, esse é o meu trabalho. Ela diz me empurrando da pia —Vá descansar você. — Mas, Maria.... Tento argumentar — Mas, nada. Ela diz já lavando a louça. Me aproximo dela, dando um beijo estralado na sua bochecha. — Boa noite, Maria. — Boa noite, querida. Subo para o meu quarto, vou tomar um banho e relaxar. Depois de um longo banho, deitei na cama, mas custo a dormir. Por que será que aquele homem ficou me olhando daquele jeito ? Dia seguinte Acordo com o barulho da babá eletrônica, levanto rapidamente e vou para o quarto da Alicia. A pequena estava chorando, mas assim que me viu parou e deu um pequeno sorriso banguela. Eu me derreto toda por ela. Pego a pequena e a levo ao trocador, tiro seu pijama e preparo o seu banho. Minutos depois já estou descendo as escadas com a Alicia nos braços. —Bom dia. Digo assim que vejo a Maria e o sr. Miller na mesa de café. Ele está com uma cara nada boa. — Bom dia, menina. Apenas a Maria responde. Ignoro meu chefe e me sento para dar a papinha da Alicia. Depois de alimentá-la, a Maria a pega e eu vou tomar café. Meu chefe levanta da mesa, dá um beijo na filha e sai sem falar com ninguém. Que bicho mordeu esse homem?
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