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499 Palavras

Antonella Salve me puxa pelo braço com uma força absurda e me joga contra a parede. — Que merda foi essa? — ele pergunta, com os olhos arregalados de raiva. — Me solta! — eu falo, tentando me soltar da pressão dele. — O que você tem na porcaria da sua cabeça, Antonella? — ele grita, nervoso. — Cérebro — eu respondo, com aquele tom de quem já está cansada de ouvir o mesmo de sempre. — E se alguém te viu, Antonella? — ele pergunta, mais tenso ainda. — Ninguém me viu e ninguém vai saber. Você entendeu, Salve? — eu falo, com firmeza, tentando manter o controle da situação. — Você é uma bomba relógio, Antonella. — E você sempre soube disso — eu falo pra ele, sem perder o tom, olhando bem nos olhos dele. — Não esquece que o seu buraco tá mais cavado que o meu. — Maldita hora q

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