NOVO DIRETOR CHEGA A FACULDADE
O campus da faculdade estava em festa. O antigo diretor foi embora misteriosamente e a nomeação do novo diretor Aryo, um homem de energia contagiante e uma visão inovadora. Hoje, ele estava prestes a se apresentar oficialmente e convocar todos os alunos para um mutirão de organização, pois o prédio tinha se erguido como um gigante desajeitado, deixando um rastro de caos por onde passava.
Aryo subiu ao palco improvisado na praça central, cercado por alunos curiosos. Seu sorriso radiante iluminava o dia nublado, e sua presença exalava uma mistura de autoridade e acessibilidade.
Aryo:(com voz vibrante) "Bom dia, galera! Sou Aryo, o novo diretor desta incrível instituição. Estou aqui não só para guiar vocês nos estudos, mas também para transformar este lugar em um lar onde todos se sintam bem-vindos e inspirados!"
Os alunos aplaudiram, animados pela energia do novo diretor. Aryo fez uma pausa dramática antes de continuar.
Aryo: "Como muitos de vocês já perceberam, o nosso amigo diretor Eduardo resolveu se afastar de suas atividades e o nosso querido prédio decidiu se expandir da noite para o dia, como se estivesse tentando competir com as torres de Nova York! Mas isso deixou algumas áreas precisando de um pouco mais de amor e cuidado. Por isso, hoje eu convoco todos vocês para um mutirão! Vamos organizar essa bagunça e deixar nossa faculdade tão brilhante quanto nossas ideias!"
Os alunos começaram a murmurar empolgados. Aryo gesticulou amplamente, como se estivesse pintando uma obra-prima no ar.
Aryo:"Vamos dividir as tarefas! Temos salas que precisam ser arrumadas, corredores que precisam ser limpos e – quem sabe – até alguns mistérios a serem descobertos nos armários esquecidos! Não se preocupem, não vamos deixar ninguém sozinho nessa missão! Juntos, somos mais fortes do que qualquer pilha de livros ou papelada!"
Ele apontou para um grupo de estudantes que estava mais perto.
Aryo:"Você aí! Com essa camiseta colorida! Que tal você liderar a equipe que vai organizar a biblioteca? E você – (apontando para Minerva que estava com um caderno na mão) – poderia dar uma mãozinha na sala de arte? Prometo que teremos lanches como recompensa – quem não ama um bom lanche estudantil?"
Os alunos começaram a rir e a se animar com as sugestões. Aryo continuou a motivá-los enquanto eles se organizavam em grupos.*
Aryo:"E lembrem-se: enquanto trabalhamos juntos, vamos compartilhar histórias engraçadas sobre nossos dias aqui! Quem sabe encontramos algo curioso escondido entre as pilhas de papel? Ou até mesmo um espírito estudantil que só quer ser ouvido!"
*A atmosfera estava leve e cheia de risadas enquanto os alunos começavam a trabalhar em suas tarefas. Aryo circulava entre eles, ajudando onde podia e fazendo piadas sobre suas próprias experiências na faculdade.
Aryo:"Lembrem-se: esta não é apenas uma tarefa; é uma oportunidade para criar laços e tornar este lugar ainda mais especial. Vamos fazer deste campus não apenas um espaço acadêmico, mas uma verdadeira comunidade onde todos se sintam parte da mesma família!"
Com isso, os alunos soltaram gritos animados de motivação e começaram a trabalhar juntos sob a liderança inspiradora do diretor Aryo. O mutirão da organização estava oficialmente em andamento, e cada canto começava a brilhar com o esforço coletivo dos estudantes.
Enquanto organizavam materiais e limpavam os espaços, uma mulher misteriosa chega na faculdade com o rosto irritado.
A CHEGADA DA DETETIVE CAROLINA NA FACULDADE
Era uma manhã ensolarada, mas algo no ar parecia diferente. Os alunos estavam ocupados com o mutirão de organização, quando uma figura enigmática surgiu na entrada do campus. Com um chapéu fedora que poderia fazer qualquer detetive de filme noir sentir-se envergonhado, a Detetive Carolina entrou em cena, carregando um bloco de notas e um olhar determinado.
Os alunos, inicialmente intrigados, logo começaram a sussurrar sobre a presença dela. A reputação da Detetive Carolina a precedia; ela era conhecida por resolver os mistérios mais estranhos e sobrenaturais que assombrava a cidade. E agora, ela estava na faculdade!
Detetive Carolina: (com um tom sério) "Bom dia, estudantes! Sou a Detetive Carolina e estou aqui para investigar alguns eventos... digamos, peculiares que ocorreram recentemente neste campus."
Os alunos se entreolharam, alguns rindo nervosamente. Aryo, o novo diretor, se aproximou com um sorriso amistoso.*
Aryo:"Detetive Carolina! Que honra tê-la aqui. Estamos apenas em um mutirão para organizar o espaço. O que exatamente você está investigando?"
Carolina olhou para ele com um olhar penetrante.
Detetive Carolina: "Recentemente, ouvi rumores sobre estranhas aparições e sons inexplicáveis vindos do prédio. Alguém mencionou que viu uma ave flutuante e pegando fogo durante a noite… e isso me deixou bastante curiosa."
Os alunos começaram a murmurar novamente; alguns pareciam intrigados enquanto outros trocavam olhares de dúvida.*
Professora Laura se aproxima : "Ah, isso foi só uma história para assustar os calouros! Não é verdade?"
Lia : "Não sei… eu ouvi algo estranho na semana passada. Era como se alguém estivesse sussurrando meu nome!"
Detetive Carolina anotou tudo, com um sorriso divertido nos lábios.
Detetive Carolina: "Histórias sobrenaturais são sempre interessantes! Mas vamos ver o que podemos descobrir de verdade. Agora, quem pode me levar até o auditório? Preciso falar com quem estiver disposto a compartilhar suas experiências."
Um grupo de alunos hesitou por um momento antes de se oferecer para guiá-la. Aryo acenou para eles seguirem em frente.
Aryo: "Vamos lá! Pode ser divertido investigar esses mistérios juntos. E quem sabe encontramos algo que realmente explique essas histórias!"
A detetive seguiu os alunos até o auditório, onde as luzes pareciam dançar de maneira estranha e as paredes estavam repletas de histórias não contadas. Assim que entraram, uma brisa fria percorreu o local e fez com que todos se arrepiaram.
Detetive Carolina: (com um brilho nos olhos) "Então… quem foi o sortudo que viu a sombra flutuante? Vamos começar por aí!"
Os alunos começaram a compartilhar suas experiências: desde sussurros misteriosos até objetos que pareciam se mover sozinhos. A atmosfera estava carregada de expectativa e um toque de humor nervoso.
Vulpina :"Acho que só precisamos de uma sessão espírita e talvez uma boa dose de pipoca para tornar tudo mais emocionante!" (risos)
Carolina sorriu para a Vulpina antes de continuar sua investigação. Com cada relato, ela anotava cuidadosamente, misturando seriedade e leveza em sua abordagem.
Detetive Carolina:"Esses relatos são fascinantes! Mas lembrem-se: nem tudo que reluz é sobrenatural. Às vezes, é apenas alguém tentando pegar um lanche à meia-noite sem ser visto!" (ela piscou)
O grupo riu enquanto continuavam a explorar o auditório juntos. A Detetive Carolina estava determinada a desvendar os mistérios da faculdade, mas também estava se divertindo ao conhecer os estudantes e suas histórias únicas.
Enquanto isso, os alunos perceberam que talvez essas lendas urbanas pudessem se tornar parte da identidade deles – uma maneira divertida de unir a comunidade em torno do desconhecido.* 👻✨🔍
ENQUANTO ISSO , A SOPHIA MÃE DE DRENALINA ESTAVA EM APUROS
A noite estava envolta em um manto de mistério e sombras, a lua cheia lançando um brilho prateado sobre o campus da faculdade.
A CORRIDA CONTRA O TEMPO
Enquanto mistérios se resolviam, Sophia corria. Seus pés m*l tocavam o chão, enquanto a respiração acelerada ecoava em seus ouvidos. O coração pulsava como um tambor, e ela podia ouvir os sussurros ameaçadores do grupo secreto que a perseguia.
ENCONTRO INESPERADO
Em sua busca por respostas sobre os artefatos, Sophia foi surpreendida por um grupo de pessoas encapuzada, cujos rostos estavam ocultos nas sombras. Um deles se destacou e parou à sua frente, bloqueando seu caminho.
“Entregue os artefatos, e talvez possamos ser razoáveis,” disse ele com uma voz profunda e ameaçadora.
Sophia hesitou, seu instinto gritando que aquele grupo queria os artefatos para fins obscuros. “E por que eu faria isso? Vocês não são exatamente conhecidos por serem ‘razoáveis’,” respondeu ela, tentando manter a calma.
A DECISÃO DE FUGIR
O homem deu um passo à frente, seus olhos brilhando com uma intensidade perigosa. “Você não entende. Esses artefatos contêm poder que não pode cair em mãos erradas.”
“E vocês acham que são as mãos certas?” Sophia retrucou, sentindo a adrenalina subir. “Não vou deixar que usem isso para seus próprios interesses!”
Com o coração na garganta, ela tomou uma decisão rápida. “Desculpe, mas não posso ficar aqui!” E com isso, virou-se e começou a correr.
A FUGA
Os passos pesados do grupo secreto ecoaram atrás dela. “Peguem-na! Não deixem escapar!” Uma voz feminina cortou o ar como uma lâmina afiada.
Sophia sentiu o pânico crescer dentro dela enquanto corria pelas ruas desertas. As sombras dançavam ao seu redor, e ela sabia que precisava encontrar um lugar seguro – e rápido.
“Vocês não vão me pegar!” gritou ela por cima do ombro, sabendo que suas palavras eram mais uma tentativa de se encorajar do que uma afirmação real.
"Ela tem os artefatos! Não deixem ela escapar!" A voz de um dos perseguidores cortou a escuridão como uma lâmina afiada. O pânico crescia dentro dela, mas a determinação também se firmava. Aquela máscara cerimonial, o cristal misterioso e o diário com a foto de Aethera não eram apenas objetos; eram peças de um quebra-cabeça que poderiam mudar tudo.
Sophia virou à esquerda em um corredor estreito, os ecos de passos pesados atrás dela se aproximavam cada vez mais. Ela decidiu correr para a faculdade e se encontrar com Drenalina, resolveu deixar aqueles artefatos com ela , porque agora nas suas mãos parecia mais um fardo do que uma salvação. A flor azul que cuidara com tanto carinho estava guardada junto com os artefatos; era seu último vínculo com o passado.
Com um olhar furtivo, ela avistou uma porta entreaberta à sua direita. Sem pensar duas vezes, Sophia se lançou para dentro da sala escura e fechou a porta atrás de si, ofegante. A sala estava repleta de equipamentos científicos e livros empilhados, mas não havia tempo para admirar a bagunça acadêmica.
Os sussurros do grupo cresceram lá fora, e Sophia ouviu passos pesados se aproximando da porta. "Ela não pode ter ido muito longe!" Uma voz grave ressoou, fazendo seu estômago se revirar.
Ela olhou ao redor e viu uma janela alta, coberta por cortinas pesadas. Com um impulso de adrenalina, começou a arrastar uma mesa em direção à janela. O som dos objetos sendo movidos ecoava na sala silenciosa como um aviso sonoro. O tempo estava se esgotando.
Finalmente posicionada sob a janela, ela subiu na mesa e tentou puxar as cortinas para o lado. O barulho lá fora parou bruscamente; o grupo havia chegado à porta da sala. "Verifiquem aqui!" A voz aguda de uma mulher enviou ondas de frio pela espinha de Sophia.
Com um último esforço, ela empurrou as cortinas e abriu a janela. O vento gelado entrou como um grito de liberdade. Sem hesitar, ela pulou para fora, aterrissando em uma pilha de folhas secas que amorteceul sua queda.
Mas não havia tempo para respirar aliviada; ela ouviu as vozes se aproximando novamente. "Ela está aqui fora! Rápido!" Os perseguidores estavam mais perto do que nunca.
Sophia começou a correr novamente, sentindo a adrenalina pulsar nas veias enquanto as luzes da faculdade piscavam ao longe como estrelas desesperadas por ajuda. Ela precisava chegar de Drenalina antes que fosse tarde demais – não apenas por sua segurança, mas pelo destino dos artefatos que carregava consigo.