Brooke Quando acordei encontrei a cama vazia. a janela francesa estava entreaberta e o vento movia a cortina, fazendo-a flutuar no ar através dos raios de luz que pousavam calorosamente na pele do meu estômago. Eu ainda estava com a camisa levantada, puxada até a armação do sutiã, aquela levemente desbotada onde ficava o gancho de fechamento e que eu usava com frequência porque as alças, ao contrário dos outros sutiãs, quase nunca escorregavam do meu ombro. O esperma de Daniel já havia secado, fazendo com que a pele que havia respingado na noite anterior parecesse enrugada. em torno daqueles pontos ligeiramente mais claros, vi halos vermelhos surgindo, estendendo-se ao longo das costelas. Toquei minha barriga com a ponta do dedo e imediatamente a retirei, sentindo uma espécie de choq

