Vicent De Lucca — Bônus Eu estava desnorteado. Eu jurava que tinha visto Isabela. Que ela a era Emma. Esperei sentado na mesa por horas a fio, vi a noite cair, mas ela não retornou para o restaurante. Eu estava ficando paranóico. Eu jurava que tinha a visto. Eu queria olhar dentro dos olhos daquela ruiva e ter a certeza de que não era a Isabela, a minha Isabela. Sim, eu podia estar paranóico. Eu podia estar maluco, eu podia tudo. Entretanto, eu ficaria aqui. Estava na minha segunda ou terceira xícara de café, já havia passado por toda a reunião, tinha fechado contrato. O jantar já havia sido servido e eu podia escutar os dois amigos da tal Emma sussurrando algo enquanto me encaravam. Aposto que esse restaurante está para fechar. O rapaz se aproximou de mim a passos curtos, parecia

