O dia ainda tava meio nublado, aquele sol preguiçoso que nem tinha vontade de aparecer direito, quando Bia acordou com Luiz colado nela igual chiclete. O maluco tava no modo automático, sarrando o p*u duro na b***a dela e gemendo baixinho, ainda zonzo de sono. Ela deu uma cotovelada nele, sem nem se virar, e ele acordou todo mequetrefe, voz grossa de ressaca de t***o. — Que foi, amor? Quer alguma coisa? Tá na hora de levantar? — ele perguntou, ainda meio perdido na maionese. Bia soltou um sorriso maroto, provocando: — Você tava se esfregando em mim e gemendo que nem um cachorro no cio… Sonhou com as mina do morro, é? Luiz deu uma risada safada e já foi enterrando os dentes no pescoço dela, fazendo Bia tremer todinha. — Claro que não, gata. Nem lembro do sonho, mas só você tá n

