— Fala! - grito. Lágrimas já caiam por todo o meu rosto. — Eu deveria saber. - coloco a mão na cintura me afastando. — Eu não sei do que tá falando, é óbvio que eu não queria apenas isso. Gargalhei. — Não queria apenas me levar pra casa mas sim se deitar comigo? — É você quem tá falando disso. - ele se aproxima. — É melhor você ficar longe. — Sally, eu... eu não sei o que deu na minha cabeça em fazer a proposta. Mas eu senti que precisava fazer aquilo. — Você só pode estar brincando comigo Sr. Borkan. - digo abrindo um sorriso falso. — Você ainda ousou em ter me perseguido e me atropelado? - franzo a testa em dúvida. Ele ri. — O que? Foi você que se jogou na frente do meu carro. — Ah claro, até por que seu carro apareceu do nada. — Não sou eu que estou fugindo de alguém

