Drake Colombo — Sentem-se agora. — meu pai falou com firmeza, e nós três obedecemos no mesmo instante. Ficamos apenas olhando para ele à nossa frente, com a expressão que nunca admitia contrariedade. Aquela postura não precisava de gritos. Era um comando absoluto, uma lei que não aceitava questionamentos: quando Dario Colombo se falava, o mundo inteiro se calava. — Drake… — começou ele, a voz baixa, mas carregada de peso, com aquele sotaque italiano que tornava cada palavra um punho de autoridade — Entendo que você quis agir pelo que achou certo. Defender uma funcionária… isso é questione di onore, questão de honra. Mas mesmo a honra tem limites, e a sua imprudência poderia ter destruído mais do que você imagina. Olhei para ele, tentando manter a firmeza, mas sentindo o coração acelera

