CAPÍTULO 113

1615 Palavras

Drake Colombo Saí da empresa direto para a mansão Colombo. O céu de Nova Iorque estava pesado, um azul profundo cortado pelas luzes dos arranha-céus, uma mistura entre beleza e sufoco. As avenidas refletiam no capô do carro como fragmentos de uma lembrança incômoda: lá fora, tudo é movimento… mas dentro daqueles portões, o tempo sempre parece parar. Dobrando a curva que levava à entrada principal, reduzi a velocidade. Foi quando ouvi o som. Um zumbido discreto, vindo do alto. O drone de reconhecimento surgiu do nada, deslizando no ar com a precisão de um predador. Pairou sobre o carro, a lente vermelha varrendo o interior com frieza metódica. O sistema me escaneou da cabeça aos ombros e em segundos, uma voz feminina, mecânica e educada, ecoou pelos alto-falantes ao redor do portão:

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