O quarto estava imerso em um silêncio profundo, onde as palavras já não eram necessárias. Somente o som das respirações entrecortadas e o suave batimento dos corações de Dante e Alana preenchiam o espaço, criando uma conexão palpável e intensa. A luz suave da lua ainda entrava pelas janelas, lançando sombras delicadas que dançavam nas paredes, como se a própria noite estivesse celebrando o que acontecia ali, naquele momento íntimo e sagrado. Dante, com um olhar cheio de intensidade, deslizou suas mãos pelos braços de Alana, traçando cada linha, cada curva de seu corpo com a mesma reverência com que se toca uma obra-prima. Ele sabia que, embora o toque pudesse curar, ele também carregava uma força tremenda — não apenas física, mas emocional. Seus dedos desceram até a pele dela, tocando com

