LIZ NARRANDO 💕
Acordo com alguém me chamando. Abro o olho com dificuldade e vejo o Terror. Logo lembro de mais cedo e, com certeza, estou toda vermelha de vergonha. Jogo o lençol no meu rosto, tentando disfarçar.
Terror: O pessoal já está todo aí embaixo, vim te chamar para descer. — Escuto o som sendo ligado lá fora.
Eu: Tá bom, já já eu desço. — Ele puxa a coberta.
Terror: Qual foi, morena? Tá com vergonha de quê? — Ele me encara.
Eu: De nada, ué! Tá doido? — Fiz a linha louca e ele riu.
Terror: Eu sei que foi sua primeira vez. — Olho para ele tipo: "Você percebeu?". — Impossível não saber, você estava muito apertada e percebi seu incômodo.
Eu: Dá para mudarmos de assunto, né? — falo com vergonha.
Terror: Relaxa, você foi muito bem para sua primeira vez. Não precisa ficar com vergonha, afinal, mais cedo você nem sabia o que era isso — fala rindo e eu n**o com a cabeça.
Bia: EU ESTOU TE ESPERANDO LÁ EMBAIXO, LIZ! NÃO DEMORA! — escuto ela gritar.
Terror: Acho melhor você adiantar, se não essa louca vem aqui já já. — Eu concordo.
Levanto da cama e só aí percebo que estou sem roupa. Olho para o Terror, que está me medindo de cima a baixo.
Eu: Sei que você está gostando da vista, mas tem como parar de me comer com os olhos? — falo, entrando no banheiro.
Terror: Impossível, morena. — Ele vem junto.
Me empurra na parede e começa a me beijar. Meu corpo implorava por ele; mesmo que eu quisesse lutar contra essa vontade, não tinha forças. A mão dele passeava por todo o meu corpo e, do nada, sinto seus dedos na minha i********e, o que me faz arfar e jogar a cabeça para trás.
Terror: Tá molhadinha, morena, e eu nem fiz nada ainda... — sussurra no meu ouvido.
Ele faz movimentos de vai e vem... senti uma fraqueza na perna quando um líquido quente saiu de mim.
Terror: Hum... vira de costas — sussurra novamente e eu obedeço.
Ele entra em mim sem avisar. Sinto um incômodo, mas logo ele vai embora e vira prazer. Ele alternava os movimentos, rápido e devagar. Puxava meu cabelo e dava alguns tapas na minha b***a, o que me fazia gemer ainda mais alto.
Terror: c*****o, morena... não deu tempo — sinto um jato quente e ele fala ofegante.
Eu: Não acredito, Terror! — Ligo o chuveiro.
Terror: Foi sem querer, mas antes de você ir para casa, a gente passa na farmácia. — Eu concordo.
Tomamos banho, descemos e o pessoal ficou olhando para a nossa cara. E eu? Paguei de maluca, né, com meu sorriso cínico no rosto.
Bia: Vou nem perguntar por que demorou — fala e todo mundo ri.
Eu: Tava tomando banho, ué! — encaro ela.
TZ: Junto com o Terror? Duvido que foi só banho.
Lisa: Se não tivesse som, tenho certeza de que teríamos escutado muita coisa.
D'menor: A cara do Terror não n**a — fala e todos rir.
Terror: Vocês nunca transaram não, foi? Embaçamento do c*****o! — Senta na mesa e eu, bom, não sabia onde enfiar a minha cara.
O Terror me puxa para sentar no colo dele. Eu estava com preguiça de pegar uma cadeira, então permaneci ali.
...
Eu: Já tenho que ir, hoje tenho compromisso com minha mãe — falo, saindo da piscina.
Terror: Eu vou te levar. — Eu concordo.
Subo, me visto e desço. Chamo ele, que vai tirar o carro da garagem. Me despeço do pessoal e entro no carro. Logo ele dá a partida.
Terror: Mas e aí, sua mãe faz o quê? — puxa assunto.
Eu: É empresária, dona de várias residências e empresas. E você?
Terror: Sou só o dono do morro mesmo — fala rindo.
Eu: Entendi. São vidas diferentes, né? — Ele concorda.
Terror: Pode crer. Realidades diferentes.
Eu: Mas o que te levou a isso? — pergunto.
Terror: Longa história, mas resumindo: eu era o sub, o dono foi morto em uma invasão e eu assumi. — Eu concordo. — Chegamos.
Eu: Muito obrigada pela carona. — Ia saindo e ele me puxa para um beijo.
Terror: Ia sem me dar um beijinho? — fala quando o beijo acaba.
Eu: Não sabia que precisava me despedir com beijo — brinco e ele faz cara de ofendido.
Terror: Faz isso não, morena, aí você me machuca — fala zoando e eu começo a rir.
Eu: Já vou indo, estou super atrasada e hoje tenho jantar com minha mãe. — Ele concorda, dou dois selinhos nele e saio.