A ALVORADA DOS REIS (GRAN FINALE) O relógio na tela do mundo marcava 00:05. Em Brasília e no Rio, o silêncio era absoluto, interrompido apenas pelo som rítmico e ameaçador de hélices invisíveis. O governo brasileiro, acuado pelo colapso iminente da infraestrutura nacional, cedeu sob o peso da própria impotência. As portas do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro se abriram. Guilherme (O Terror) e TZ saíram algemados, mas com as cabeças erguidas. Do lado de fora, uma multidão de milhares de moradores do Complexo, mantida à distância por um cordão de soldados tensos, explodiu em um grito que abalou as janelas dos prédios vizinhos. — Solta os caras! Solta os reis! O RESGATE DOS TITÃS 🚁💥 No céu, o "Equilíbrio" tentou uma última manobra. O Coronel ordenou que caças interceptassem qualquer

