Além de vestir a expressão da vergonha todas as noites a partir daquele situação deplorável, agora eu me sentia obrigado em ser carregador da expressão de quem deveria guardar a vida daquele arrombado durante todo o período de pagamento da minha dívida. Sabe-se lá quando o mesmo chegaria.
Logo pela manhã do dia, em que minha vergonha era a minha mais insistente e grosseira aliada, tive que me levantar cedo e começar uma rotina que faria parte da minha vida e que ficaria seguindo durante muito dias depois daquele.
“Pelo menos vou tomar banho todo os dias”, foi o que é pensei. “Pelo menos vou ter o que comer todos os dias”, e pensar assim não era r**m, pelo contrário, era o que amenizava a situação. Mas então eu me lembrava que seria tomado pelo meu ‘salvador’ todas as noites, e minhas expectativas positivas sobre a minha vida dali por diante eram jogadas no ralo abaixo dos meus pensamentos e alusões, e eu me dava conta da realidade.
Havia acabado de me vestir, o vapor do chuveiro quente ainda podia ser sentido em minha pele, e o mesmo se espalhou pelo quarto, saindo levemente pelas brechas da porta enquanto eu a abria. Assim que o vapor se dispersou, me deparei com a angústia da minha vida.
— Você demorou muito, não acha, Caesar? Minha conta de água vai ficar uma fortuna desse jeito.
Dominic parecia um pé no saco e um chute na cabeça, só sabia reclamar o tempo todo.
Sentado na poltrona que costumava sentar, estava lá, fumando o vape de sempre, enquanto me olhava como se eu tivesse roubado a comida dele na geladeira. Um olhar irritante e que transparecia segurança, não pra comigo, mas ele parecia alguém seguro de si e de suas próprias habilidades, sejam elas quais fossem que ele estivesse se garantindo e que eram desconhecidas pra mim naquele momento ainda. Caminhei em direção a cômoda que ficava próxima a cama, abrindo sua primeira gaveta, que estava repleta de maços de cigarros, eu tirei uma das caixinhas e peguei uma bituca, acendendo-a e levando até a minha boca. Até a fumaça que saía e as cinzas daquele cigarro eram diferentes, o gosto era suave e adocicado, senti nojo, mas só tinha aquela marca de cigarro para fumar.
De repente pude ouvir seus passos se aproximando de mim sentindo uma brisa na minha nuca, sua respiração soprada discretamente nem fazia parecer que ele estava vivo, de tão macia.
A mão de Dominic deslizou pela minha cintura, me agarrando firmemente enquanto amassava o terno acinzentado que eu usava. Sua respiração mudou e pude perceber que ele estava me cheirando, alisando com delicadeza e sutileza a ponta de seu nariz pela minha nuca, o que fez involuntariamente com que meu corpo se arrepiasse.
— Hm... Achei que você só estava gastando a minha água, mas pelo menos está se lavando direitinho... Ficou até cheiroso.
O clima tenso e erótico que pairava no ar me deixava nervoso, não tinha entregado meu corpo pra ele desde a primeira vez, mas ainda assim meu ser em carne já parecia ter sido dominado completamente por ele. Quase num tom aveludado era a sua voz enquanto a mesma ecoava no meu ouvido junto a sua respiração, mesclado com o calor da sua mão que lentamente subia meu corpo até o meu peito.
Aquele misto perigoso e quente parecia quase me queimar, me senti perdido. “Só dormi com ele uma vez, por que meu corpo já reage assim a ele? Dominic é um homem acima de tudo. E eu não sinto atração por homens, só... Sinto que fiz uma grande burrada, maior do que qualquer coisa que eu possa tentar concertar...”
— Ficou ansioso?... O que você está imaginando tanto pra ficar com tanto t***o assim...? Tá me imaginando te fodendo? A sensação do meu p*u dentro de você se mexendo e te pressionando naquele ponto aqui dentro?
Dominic pressionou sobre a minha barriga, perto do meu umbigo puxando meu cabelo para trás, fazendo com que eu o olhasse brutalmente em meio a dor dos meus fios sendo puxados.
— Quando eu toco aqui dentro você geme igual uma puta... É excitante pra c*****o.
Enquanto ainda nos olhávamos ele lambeu os meus lábios, instintivamente, sem realmente nem pensar, eu acabei na supressa lambendo a boca. Nesse momento senti um gosto rápido de baunilha, era do maldito café que ele tomava, que ele gostava com canela e baunilha, o gosto era um horror.
Assim que lambi meus lábios sentindo o gosto de seu desprezível café, me dei conta do que tinha feito, seu olhar surpreso deixou ainda mais claro pra mim. Me virando pra ele, Dominic me agarrou bruscamente e começou a me beijar de uma maneira bem apaixonada.
Mal podia respirar.
— Ngn... Domi — Num momento de brecha, tive a fala interrompida com sua língua que deslizou para dentro da minha boca enquanto se encontrava com a minha.
Ele estava muito e******o, tanto quanto durante o sexo, sua respiração estava quente e fazia cócegas no meu rosto, sua mão me agarrava como se eu fosse escapar a qualquer momento. Dominic me pressionou contra o corpo dele, foi quando pude sentir o volume da sua ereção esfregando na minha barriga, na altura do meu umbigo. Sim. Além de ‘grande’, Dominic era alto em estatura.
Aquilo me fez hesitar, foi quando ele me largou de maneira violenta e saiu de perto de mim, caminhando em passos lentos até a saída do quatro, enquanto limpava a boca, antes que eu pudesse ouvir o som daquela porta enorme e pesada se fechando, Dominic me disse:
— Não demore muito. O seu precioso banho já atrasou demais os meus planos.
A porta então se fechou e quando percebi estava sozinho no quarto. Suspirei fundo e me sentei na cama.
— Haah... Só o meu banho te atrasou?
Saí do apartamento logo em seguida e ele estava parado em frente a porta do elevador, esperando que o mesmo chegasse eu fiquei ao lado dele, um pouco mais para trás.
O elevador chegou e assim que entramos o clima era estranho, como sempre, aquilo me incomodava. O homem que trabalhava apertando os andares indicados também parecia ter percebido o clima pesado. As vezes parecia que ele queria deixar claro aonde ele ia que ele era superior, e ele passa essa atmosfera.
— E o que você achou da sua primeira vez?
— O quê? —Me surpreendi com a pergunta, não achei que ele falaria algo.
— .... Estou perguntando se você gostou de dar a bunda
“Tão s*******o, fazendo uma pergunta dessas com gente em volta, é feio até um ‘casal’ hétero perguntar algo assim em público.”
— ... Não vou responder algo assim.
— Hahaha! Por que? Tá com vergonha desse cara? Ele também trabalha pra mim, já que o prédio é meu. Ele e todo mundo já sabe que você deu sua virgindade de trás pra mim... Só estou te perguntando o que você achou.
— .... Eu odiei.
— Haah... Mentiroso do caralho... Você gozou tanto.
— Não senti nada.
— ... Hm, jura? Bom saber.
Assim que descemos do prédio, entramos no carro dele que estava na faixada do mesmo. O chofer de Dominic nos levou até um armazém quase que no meio do nada, num morro rodeado de mata, numa estrada de terra. Parece o tipo de lugar perfeito se você não quiser ser ouvido ou achado. “Que tipo de lugar é esse? Ele sequestra pessoas por acaso? Isso é macabro....”
— Não vai me perguntar o que vamos fazer em um lugar assim? Você tem parecido bem conformado com o que eu faço e te arrasto.
— Achei que ia descobrir uma hora ou outra, por isso fiquei quieto.
— Hm... Você é frio e calculista? Não parecia. Vamos, talvez você ache interessante.
Assim que entramos, seguimos caminhando por um corredor com paredes de ferro e no fim desse corredor, havia uma enorme porta blindada, parecia cena de filme, tinha uma trança reforçada, Dominic então a destravou com sua digital e a porta abriu, me revelando um homem pendurado pelos braços vendado e com uma mordaça na boca, o homem estava todo machucado, cortado, cheio de queimaduras e havia muito sangue, vômito e suor pelo seu corpo e no chão.
Senti um arrepio na coluna, e muita ânsia, o cheiro era insuportável e aquela visão era deplorável. Dei um passo pesado pra trás, pondo minha mão sobre a boca, segurando o vômito, foi quando Dominic pós a mão nas minhas costas, me mantendo aonde eu estava.
— Ei, ei, está tão abalado só por causa disso? Ainda nem desmembrei ele.... — O homem se estremeceu e começou a se contorcer enquanto gritava, tendo sua voz levemente abafada pela mordaça em sua boca. — Essa não... Estraguei a surpresa...
“Esse cara é louco...! Como ele pode deixar alguém numa situação como essas?! Estou quase desmaiando por causa do cheiro forte de sangue e o Dominic ainda está fazendo graça...!” Ele me levou para perto do homem amordaçado e mandou que tirassem a venda se seus olhos, assim os capangas dele o fizeram, o homem então olhou apavorado para mim no fundo dos meus olhos. Era como se ele estivesse pedindo socorro, sua expressão era extremamente perturbadora.... Eu sabia que não ia aguentar ver o resto daquela cena...
Cada segundo da tortura daquele homem pareciam como horas para mim, mesmo que eu só estivesse ali como um mero telespectador.
Dominic disse que eu teria que prestar atenção porque teria algo haver com meu trabalho naquele dia em diante, infelizmente, e era exatamente o que eu teria que fazer, eu seria a pessoa que tiraria as informações necessárias das pessoas, sejam elas quais fossem. Mas por enquanto, naquele momento eu estava aliviado de certa forma por só que estivesse assistindo aquilo, me imaginar fazendo aquelas atrocidades com alguém estava fora de questão.
Enquanto eu tentava distrair a minha mente daquilo que meus olhos estavam vendo, Dominic, com suas próprias mãos torturava o homem, o mesmo estava sentado numa cadeira firmemente presa no chão, com as mãos grosseiramente amarradas com arame nos braços da cadeira.
Ao ouvir o homem gritando de dor e implorando para que ele parasse como se Dominic fosse algum tipo de ‘deus’, ele sem piedade com um alicate arrancava brutalmente as unhas dos dedos do homem, o que mais me deixou perplexo foi que o filho da p**a ainda estava cantarolando enquanto isso, como se realmente estivesse se divertindo.
A cada grito agonizante eu olhava a hora em meu relógio. Só tinham se passado meia hora e o homem não tinha passado a informação que Dominic queria, se negando fortemente a isso.
“Acho que vou vomitar... Não consigo ver algo assim... Esse cara é realmente perturbado...”
— Ei, Caesar. Venha aqui.
Ele tinha se virado pra mim e como não tinha escolha eu caminhei até ele, nem sequer percebendo o quanto o meu corpo estava tremendo de nervoso e ansiedade diante de uma situação daquelas. Ele me estendeu a mão e a segurei, foi no exato momento que Dominic me puxou com força em direção ao homem, me pondo na frente dele, para que não caísse eu me segurei com as minhas mãos nos braços da cadeira, uma de cada lado, acabando assim esmagando com o peso bruto do empurrão os seus braços, que gritou de dor, enquanto ainda chorava. Seu braço estava cortado, então o baque fez com que os cortes se abrissem e minha mão ficasse repleta de sangue.
— ...! Dominic...! —
— Fique quieto. Tenho me segurado até agora.
Me virei surpreso para o Dominic que na hora interrompeu a minha frase com um beijo, em seguida forçando o meu corpo para que eu empinasse a minha b***a para trás. “O que ele está fazendo?! Não! Não numa situação dessas!”. O senti abaixando minha calças enquanto todos estavam parados olhando para nós, o homem que estava sendo torturado e quatro dos capangas dele que estavam lá dentro.
— Ei, Sapo, aprecia, esse pode ser o último pornô amador que você vai ver na vida.
— Ek...! Que isso cara?!
— Não esquenta, sei que não é o seu tipo, mas posso dizer com certeza: ele é gostoso pra c*****o.
Sem pensar e bem rápido eu virei meu braço com tudo pra trás, dando uma cotovelada no rosto do Dominic, cortando a boca dele, o baque foi tão forte que dei m*l jeito no meu ombro. Na hora seus capangas ameaçaram vir até nós, mas ele acenou para que não o fizessem.
Enquanto ele ainda estava com o rosto virado eu disse em meu período de ódio e indignação:
— Eu concordei com muita merda que você mandou eu fazer! Mas por uma humilhação dessas eu não passo! Seu filho da p**a!
O medo mesclado com a raiva e adrenalina por ter conseguido bater nele mesmo tendo me machucado ainda estavam na minha cabeça, houve um momento no galpão que só a minha respiração cansada e o sangue do homem torturado pingando no chão podiam ser ouvidas. Aquilo me deixou ansioso, Dominic ficou sem falar e nem me olhar durante alguns segundos, parecia que ele estava se acalmando.
Foi quando meu pensamento foi totalmente revelado ser equivocado, ele não estava se acalmando, mas parecia que tinha só carregado mais a fúria por eu ter batido nele, Dominic virou seu rosto para o meu e gargalhou enquanto me agarrou brutalmente pondo meu rosto mais colado no corpo do homem que ele estava torturando.
— Você todo malvado assim me deixou ainda mais excitado... Pode se esfregar nele aí se você quiser, só deixe a b***a virada pra cá.
— ...! Não...! Espera!
Com a sua mão segurando a minha nuca com força, me pressionando sobre o homem, ouvi ele abrindo o zíper da sua calça e de repente uma pressão enorme veio sobre o meu corpo, parecendo que ia sair me rasgando e parar na minha boca, Dominic estava dentro de mim.
— Haah!
— .... Haah.... Isso é o melhor...!
Mordi meu lábio para que minha voz não saísse. Fazia um tempo e ele não tinha nem sequer me preparado como da última vez, Dominic entrou em mim me rasgando todo por dentro, pude sentir o sangue escorrendo pela minha coxa enquanto seu p*u entrava e saia de mim.
Tendo o quadril agarrado pelas suas mãos firmes e geladas, eu estava sendo fodido por ele na frente de todos aqueles caras, a dor por ele ter metido tudo de uma vez nem se comparava a tamanha humilhação que eu estava passando naquele momento.
— Hm... Você está tímido? Você costuma gemer tanto quando estamos só nós dois.
Ele agarrou meu cabelo e puxou para trás, me fazendo levantar o rosto e ficar próximo ao dele. Eu estava chorando em silêncio e o sangue do meu lábio escorria, eu havia cortado-o de tanto morder. Ele abriu minha boca a força e meteu forte e fundo me fazendo gritar num gemido alto e desesperado:
— Haah...!
— Vamos... Mostre a eles o porquê de você ter nascido, Caesar...
— Para com isso...! Ngn....
— Parar com o que? Não seja modesto... Você sabe que nasceu para ser tomado por um homem.
Meu corpo se estremeceu enquanto o mesmo arqueava-se para trás, em direção ao Dominic, seguido de um grito, causado por mim mesmo.
— ... Que deprimente... Olha a sujeira que você fez no Sapo...
Olhei para o homem que estava na minha frente, eu havia gozado e nem tinha reparado, meu p*u estava mole e tinha muito esperma meu nele.
— Isso é mal... Você está realmente gostando disso... Hm... Ei Sapo. Chupe ele.
— O que?! Não!
— Haah... Dominic.... Filho da puta...
Ele levantou meu corpo, me empurrando com seu quadril enquanto pressionava dentro da minha b***a, de forma que eu fiquei praticamente de joelhos em cima da cadeira. Dominic segurou meus braços para trás e tirando uma arma de sua coxa ele a pôs na frente do rosto do homem, o ameaçando com as seguintes palavras:
— Eu quero sentir ele reagindo, se não chupar direito vou estourar seu olho e depois arrancar o seu p*u pra virar um consolo pra esse meu putinho.
— Argh.... Você é repugnante!
— Haha, obrigado, agora chupa ele.
Dominic pegou meu m****o ainda flácido e o esfregou no rosto do homem, que me olhou e fez uma cara de nojo. Franzindo a sobrancelha, como se estivesse indignado com o que teria que fazer.
— Chupe como se sua vida dependesse disso. E depende.
— Não acredito nisso...!
— Por favor... Haah... Não faz-! Ngn!
O homem começou a me chupar enquanto Dominic voltava a me penetrar, a sensação era descontrolável, eu queria morrer, nem mais sequer os meus gemidos eu era capaz de segurar diante do prazer que meu corpo repulsivo estava tendo. As investidas do Dominic junto com a sensação da boca molhada e quente daquele cara se misturavam formando um combo de prazer que não tinha controle mais. O prazer se sobrepunha a minha repulsa, de forma que fiquei e******o e ereto de novo.
Sentindo nojo de mim mesmo por estar agindo que nem uma p**a e por ser usado como um objeto s****l eu chorava cada vez mais. “Não quero isso! Uma humilhação nesse nível é nojenta!”
— Ngn...! Ah! D-Dominic...
— Pode falar, Caesar...
— Acaba logo com isso.... Ngn... Me mata de uma vez.... Haah...
Ele parou de se mexer, mas o homem não parava de me chupar, estava um tormento pra mim.
— Eu.... Eu só queria o dinheiro.... Ngn.... Não era pra ser assim... Ngn....
“Sou deplorável... Mesmo achando que não tinha como ficar pior eu ainda me coloco numa posição dessas... Eles estavam certos... Eu sou um inútil... Só faço besteira....” Dominic levantou meu corpo e me abraçou, virando meu rosto para o dele novamente, beijando a minha boca que ainda estava com o sangue do corte quase seco.
— Não chore... Poxa vida, olha o que você fez com a sua boca... Caesar... Era só você me dizer que só queria que eu te tocasse a sós, eu ia entender.
— Seu fodido...! Ngn, não é disso que eu estou fal —
— Shh... Vou te fazer gozar mais, não se preocupe.
Dominic afastou o rosto do homem e tirou seu m****o de dentro, me fazendo ficar totalmente apoiado na cadeira e sobre o homem de um jeito que fiquei praticamente de quatro pra ele, quando me dei conta, Dominic começou um ‘beijo grego’.
— Ngn...! Ah! Saí daí....! Haah...!
— Olha só o estrago que eu fiz em você...
“Haah...! A sua língua está...!”
Podia sentir sua língua me penetrando. Senti um arrepio na barriga.
Ele me beijou ali e se levantou, me sentando no colo do homem que ele chamava de sapo. Levando meu braços pra trás de novo, os segurando firme.
— Sapo. Meta nele.
— ...! Você é asqueroso!
— Estou de dando a possibilidade de sentir prazer uma última vez e ainda está achando r**m? Hoje em dia só existem ingratos...
— Ingrato é seu cu! Não pedi nada disso!
— Nem eu. Estou mandando, se não fizer vou arrancar seu p*u fora e vou te arrombar com ele.
“Não! Já não basta o Dominic, e ele ainda quer me fazer passar por algo assim?!”
— Não...! Não combinamos isso...! Dominic..!
O homem então, enquanto Dominic me segurava, meteu seu m****o dentro de mim. Um dos capangas trouxe então uma corda e a deu pro Dominic, que me amarrou com os braços pra trás.
— Haah...! Não...! Por favor...!
— Porra...! — Disse o homem, por mais que parecesse odiar, ele realmente estava e******o.
Gritei novamente um gemido, ele estava dentro. “Outro... Que não é o Dominic está....!”
Antes mesmo que o homem pudesse começar a se mexer, um dos capangas do Dominic segurou a cadeira para que ela não caísse, naquele momento não entendi o porquê, até sentir a mão dele deslizando pelo meu quadril, e logo em seguida, o seu m****o sendo pressionado no meu em mim junto do outro cara.
— ...! Não! Não faça isso! Não vai caber!
— Conheci um cara que aguentou quatro, isso aqui não é nada.
— Não! Dominic! Vai me- Ah...!
Urrei de maneira desesperada, a impressão que tive foi que estava vazio por dentro, exceto por eles, eram as únicas coisas que sentia dentro de mim.
— Haah... Eu te disse que ia caber.
“Ah! Está dentro! Os dois...!”
Depois de sentir o m****o dele entrando, me arregaçando ainda mais enquanto aquele homem também estava dentro de mim, meu corpo fraquejou e quase desmaiei, mas na hora despertei assim que ele deu um tapa bem forte na minha b***a. Aquilo veio com uma sensação de queimação, e tremi no meu interior.
— Mmph...!
— Hahaha! Agora vai ser muito mais divertido!
Tendo meu corpo abraçado por ele, sentia como se fosse morrer. Podia sentir claramente o formato dos dois dentro de mim, o do Dominic era muito mais comprido e grosso do que o do ‘sapo’. Meu corpo se estremecia a cada entocada dele, só ele se mexia, a cada metida sentia que minha b***a se alargava cada vez mais, não sabia se o que estava escorrendo de dentro dela era sangue ou esperma.
— Ah! Ngn! Dominic...! Ah!
— Sabia que você ia conseguir... Está sentindo? Como está?
— Ah! Muito fundo...!
— E o que mais...?
— Ngn...! Grosso...
— Que delícia, assim vou ficar mais duro.
“Estou perdendo o juízo!” Minha visão estava ficando turva e até parecia que eu estava com tontura. Tudo parecia estar dormente, mas ao em sintonia tudo parecia ser sentido, até mesmo a menor das sensações.
“Estou...! Nesse nível eu vou perder totalmente o juízo...!”
— Ahn...! Tão gostoso...! Ah!
— ...! Haha, Fico feliz que se sinta assim! Haah...! Seu cuzinho parece me apertar ainda mais.
— Haah! Ngn...! Vou gozar!
— Pode vir...!
Os dois se mexendo dentro de mim era claro, cristalino, mas meu corpo e minha mente só imaginavam ele me agarrando e me fodendo por trás. Era definitivo, eu estava louco.