—Alê? – bati à porta e esperei, logo ouvi a chave rodando e um Alexandre com os olhos vermelhos, e o rosto inchado apareceu na minha frente. Eu abracei ele e abraçados deitamos na cama. —Desculpa… – falei fazendo cafuné naquela coisa fofa de olhos vermelhos – Eu não queria ter falado aquilo, mas tinha que ser realista… —Eu sei meu Leãozinho. – disse fungando – Eu entendo, mas eu sempre quis ter um filho, sabe… —Você ainda vai ter meu amor. —Não, eu sei que não… Nesse momento ouvimos o choro do quarto ao lado, e o Alexandre levantou num pulo. —Isso, vai lá e já vai se acostumando – disse encostando minha cabeça mais confortavelmente no travesseiro – Semana que vem, quando tivermos a guarda dele definitiva, você que vai levantar! Alexandre me olhou assustado e saiu correndo, retor

