Giovanni Jankovic narrando Segurar a diaba angelical em meus braços enquanto ela dorme, velando seu sono, não foi algo que eu idealizei ou sequer cogitei a possibilidade de um dia estar assim com ela em meus braços, indefesa, sensível, insegura e posso até dizer com medo, medo não por sua vida, e sim pela vida daquela que a criou como filha, eu jamais imaginaria que a diaba fosse pensar ou amar alguém que não fosse ela mesma, sabia do carinho que sempre nutria por Anastácia, mas amor, querer cuidar, proteger ou até mesmo dar a vida por ela, eu jamais imaginaria que ela nutria tal sentimento forte assim por aquela que a criou, mas um ponto para diaba, porque ela me surpreendeu, será o que mas irei me surpreender com ela e descobrir? Se eu me acho um cara misterioso, essa diaba tem muitos m

