Dante Ruggiero
Las-Vegas- Estados Unidos
Tic tac, tic tac, ouço o barulho do relógio analógico na parede, essa é uma lembrança da minha infância, a qual eu tenho guardado até hoje, James entra no meu escritório após da uma leve batida, está vestindo um outro traje de linho da cor vinho, faço menção com a mão para ele se sentar, capturo algumas folhas que escrevi cedo sobre todas as substâncias que eu quero que produzam em uma nova droga.
Entrego em suas mãos as folhas rabiscadas por mim, e espero ele analisar tudo com calma. Enquanto isso eu vou olhando alguns e-mails de alguns políticos pedindo algumas propostas para a campanha da sua eleição. Noto de relance lendo com bastante atenção e finalmente me olha tirando seus óculos.
- Então você quer colocar todas essas substância apenas em uma droga? É isso que eu entendi? Em formato de bala azul?- Ele inquiere olhando mais uma vez a folha em suas mãos.
- Sim James, vai ser a famosa bala veludo azul, uma substância de duas em uma, ela vai ser mais forte que a própria cocaína.-Pontuo com um sorriso no rosto.
- Vou mandar isso hoje para o laboratório, bom preciso ir, minha esposa está me esperando.
James fecha a porta, e levanto-me, meu animalsinho pode está com saudades de minha pessoa, saio do escritório trancando e vou em seu quarto, e naquela corrente está ela, com suas mãos penduradas de cabeça baixa, sorrio e vou até a ela, cheiro o seu pescoço e não está fedendo muito, levanto o seu rosto, e faço ela olhar pra mim, está fraca, seus olhos estão fundos, as olheiras estão bem profundos, desnutrida, osso puro, pergunto se ela quer comer alguma coisa e sua cabeça e maneaea diariamente para cima e pra baixo, vou até a cozinha e peço uma das minhas empregadas para preparar uma refeição para ela, volto para o quarto, e coloco a mão em sua fralda, está enxarcada, tiro sua fralda devagar, porque ainda pode ter fezes, enrolo e jogo na lixeira, sorriu, ela apenas urinou, passo un pano molhada no meio da sua v****a e passo pomada hipogloss, coloco outra fralda nela, e a empregada já vem com o carrinho que trás a comida.
- Pode da comida na boca dela, faça ela comer tudo, não gosto que estraguem comida, e vocês sabem muito bem disso.
Uma coisa que eu odeio é desperdiçar comida, se colocou no prato tem que comer tudo, já demitir três empregados por isso, muitas pessoas ai passando fome, e aqui o pessoal jogando comida fora, sento-me na cadeira observando Dona Samantha colocando cada colherada de comida na boca do meu animalsinho, e o prato nunca esvazia, ouço um toc do meu celular, reconheço o número da esposa do governante, e não respondo, eu sei oque ela quer, e por enquanto eu não posso, estou cuidando de uma neste exato momento, levanto da cadeira quando percebo que ela está negando comida, pego o talher da mão da empregada e enfio em sua boca a força, vou até a cômoda e pego um chicote se ela não comer, apanha, e não preciso falar nada, ela já sabe oque eu viu fazer caso ela não coma, entrego o talher para Samantha e e na mesma hora ela vomita tudo.
- Eu já não disse que não gosto que desperdiça comida? Quantas vezes eu vou ter que dizer isso? Sai daqui Samantha, AGORA.
Tiro meu revolver da cintura e disparo em sua cabeça, solto a corrente de suas mãos e deixo cair fazendo um barulho estrondoso no chão, limpo meu revólver e saio do quarto pedindo para que tire o corpo do quarto e deixem tudo limpo.
Após retirarem o corpo da minha animalsinha do quarto, eu verifiquei se realmente estava limpo, e fui para o meu devido quarto descansar.
[...]
Acordo com o meu celular tocando, atendo sem olhar no visor de quem se retrata o número e acabo me arrependendo, uma hora dessa, eu tenho que ouvir vozes irritante pedindo ajuda com suas eleições, levanto-me da cama, andando em direção a janela apenas de cueca, e consigo observa a vista de Las Vegas, o vento frio batendo em meu corpo e fecho a janela com o telefone em meu ouvido.
Envio uma mensagem para James, que ajuda nessa parte da eleição, e pergunto sobre o veludo azul, se já estão fazendo, ou se tem alguma demonstração, e meu dia parece ficar alegre hoje, James foi rápido e mandou fazer ontem mesmo. Termino de me arrumar e saio com Samantha e caminha até a minha direção, com as mãos para trás e para em minha frente.
-Bom dia meu Senhor, o café já está na mesa- Sibila, Samantha olhando para o chão.
- Estou sem fome Samantha, estou saindo agora, preparem o almoço, que mas tarde eu venho almoçar em casa.- Saio da sua frente indo em direção a porta.
Minutos depois, estou no galpão, onde criamos todas as drogas, mulheres, homens tudo trabalham pra mim, meus funcionários são apenas meus, qualquer funcionário que trabalham ao meu dispor, é obrigado a fazer uma lavagem cerebral, tem que saber somente o necessário, não quero correr o risco de alguém sair falando sobre oque eu faço.
Ano passado, eu tive uma boneca falante, sim ela era humana, deixei ela sendo castigada durante um ano, ou melhor, fizersm uma lavagem cerebral nela, apenas com torturas, Marina era brasileira, era linda, mas ela se negava a fazer tudo oque queria, então fui obrigado a castiga-la, até a mesma vir com uma mente limpa, pura pra mim, afinal, ela foi o meu verdadeiro animal de estimação, mas infelizmente ela durou apenas seis meses, e não posso negar, ela durou muito, Marina fazia tudo oque eu mandava, e ela foi a primeira e única que conseguir ter em minha cama Brasileira. Sento na poltrona de frente à uma mesa, e o braço direito de James senta em minha frente me entregando algumas folhas.
- Aqui meu chefe, esse mês o lucro das cocaínas foi altíssimo- Johnson aponta para as folhas em minha mão, e realmente, esse mês tivemos o lucro bem alto, estou contente com a competência deles, pego o meu carimbo, carimbando todas as folhas e guardo dentro de uma pasta.
- Invista todo o dinheiro desse mês nessa nova substância que eu pedi para criar Johnson, e me entrega os resultados quanto antes.- Levanto- me dá cadeira e vou até a mesa onde está a garrafa de Uísque e coloco dentro do meu copo.
- Dante, é muito arriscado, você quer que use todo o dinheiro desse mês em uma substância nova, que não sabemos se ela vai conseguir vender?
- Eu sei oque eu estou fazendo Johnson, eu não estou pedindo, estou mandando, quanto mais eu investir nessa substância agora, mais eu vou vender, e o lucro desse mês, que eu vou gastar, vai vim triplicado mês que vem- Não posso negar que Johnson está errado, mas uma coisa que eu aprendi foi, postar todas as fichas em que você acredita, e quanto mais você investir, mais você ganha no final, o dinheiro que eu investir hoje, amanhã vem triplicado para o meu cofre, mas também tem o lado r**m, possa ser que essa substância não venda tanto como eu estou esperando, mas a vida já é um risco, eu já sou um risco, se não for dessa vez, eu consigo esse dinheiro até no final do mês, dinheiro é oque não falta.
Johnson se prontifica a me ajudar, para conferir os armamentos que vai para o Brasil ainda hoje, eu mesmo faço questão de verificar tudo, odeio quando minhas coisas dá errado, eu me cobro severamente, eu fui criado dessa forma, não admito erro meu e de ninguém.
James entra na sala com uma caixa azul em mãos, seu sorriso está estonteante, sua esposa deve ter dado um bom trato nele para chegar em uma hora dessa, com esse sorriso no rosto.
- Oque faz uma hora dessa aqui James? Todo sorridente!- Falo andando até a minha mesa.
- Oque você queria, está aqui dentro desta caixa- Entrega ele a caixa em minha mão, e abro o laço, isso parece mais coisa de casal baba ovo.
Abro a caixa de uma vez e deparo com várias substâncias da veludo azul que tinha pedido, James sempre alegrando o meu dia, seguro em minhas mãos a pequena bala que pode ser chupado igual bala, ou até mesmo misturada com qualquer tipo de bebida alcoólica, sou o primeiro a produzir, enquanto os ingredientes dessa droga, eu posso ficar tranquilo, já que a maioria dos meus funcionários é adestrado por mim, Johnson e James, são meus aliados aqui.
- Escolhe três funcionários James, e façam eles chuparem apenas uma bala, eu quero ver quais são os efeitos dela, confesso que vou assistir como se eu estivesse vendo um filme interessante.- Cruzo meus dedos e ele se levanta saindo da sala com a caixa em mãos.
[..]
Ele volta com três funcionarios, sendo uma mulher e dois homens, ele entrega uma bala para cada um deles, e pedem para eles colocarem na boca e chuparem, essa substância, contém aromatizante de morango, quanto mais chupa, mais vontade elas ficam para chupar outra, a mulher a minha frente, está estendendo suas mãos para frente em direção ao James pedindo mais, ele me olha e eu autorizo, parecem uma criança pedindo doce, os outros dois pedem mais, e James o entrega com um sorriso no rosto, eu gosto assim, estou veno que essa substância vai ser vendida muito em rave.
Eles estão alucinados, a mulher começa a dançar sem música, seus olhos estão arregalados, ela anda cambaleando e rindo até a mim, e põe a mão descaradamente no meu pa3, não posso deixar de dizer que ele ganhou vida, enquanto os outros homens estão andando se esfregando pela parede e rindo, James olha atentamente para a mulher que está se esfregando em mim, não posso deixar de informa, que essa substância também é afrodisiaca, e mesmo com ela neste estado, eu ainda consigo fazer que ela me dá prazer.
- James os leve daqui, deixe apenas essa mulher aqui, hoje ela é minha- Indago ficando de pé, e tirando meu cinto.