PEDRO LEONEL Camila parecia uma torneira de xixi, passou a ir no banheiro tantas vezes ao dia, estava pensando em andar com uma privada ou morar dentro de um banheiro com ela. Estávamos dois minutos atrasados para o treinamento. Pro exército? Não. Como fazer movimentos sensuais? Não. Como fazer um manjar dos deuses? Não. Como cuidar do seu recém-nascido. Exatamente isso. Eu preferia um cursinho de comida. Estava com dois bonecos estranhos nos braços, um menino e uma menina, aquilo era horrível, gelado e se eu deitasse eles ambos fechavam os olhos. Misteriosamente. A barriga de Camila parecia um balão gigante, e claro que agora sofria com as dores na perna e costas, que pareciam sempre no fim do dia. E quem estava lá para fazer uma massagem daquelas? Exatamente. Euzinh

