Os jovens andaram por o que pareciam dias. Só encontravam árvores e mais árvores. Parecia algum tipo de miragem, pois a floresta parecia nunca ter um fim. Eles evitavam vilarejos e cidades, caçavam apenas na mata, Mary ainda não estava totalmente recuperada e não queria machucar ninguém por acidente. Ela ainda podia sentir o corte profundo em sua alma da conexão que tinha com a alma de Victor, que foi despedaçada. Ela estava com um buraco em seu peito, não sabia o que estava sentindo, só sabia que doía. Ela se sentou nas raízes de uma grande e pediu a Matt que parasse por um momento. - Matt, eu não estou conseguindo andar mais. - Está tudo bem, Mary? Está quase amanhecendo. Precisamos de abrigo. - Eu sei, vá n frente e ache depressa um lugar adequado. Eu o estou atrasando.

