Quando Mary se deitou já estava muito tarde, não conseguia reagir bem à sua situação. Era quase como se Simon não sentisse absolutamente nada pela esposa, o que de certa forma, ela já sabia. Ficou ali, olhando para o teto por longas horas, pensando no que havia acontecido consigo. Ela tinha poderes. Tudo o que sempre sonhou. Mas existiam perguntas sem respostas. Coisas que precisavam ser resolvidas. Todos se retiraram, após cremarem os corpos. Ali dentro, ninguém era família de ninguém. A única diferença das lendas era que podiam ter filhos. Certa manhã, ela ouvia a conversa de uns dos guardas com um cavalheiro chamado Guy. - A Chrystin está grávida, Guy. E o filho é seu. - Pretendo matá-lo assim que nascer. Todos sabem que um filho de dois vampiros nasce humano, morre quando

