Capítulo 16

1182 Palavras

  Mary acordou em um quarto mais ou menos grande. Um quarto belo, cheio de seus entalhes.  Era tão esbelto que um elogio como esse soaria como um insulto. As paredes eram azuis, com pequenas ondas desenhadas, que faziam linhas tortas, moldando o quarto por um todo. Nos entalhes havia crianças, sorrindo, chorando, talvez falando, era impossível dizer o que seus rostos expressavam, mas eram angelicais, como anjos sem asas. Na parede esquerda havia um armário antigo de madeira. Quando o abriu viu vários vestidos caros, bonitos e muito bem bordados. Pegou um e o vestiu, assim que percebeu que estava com somente uma simples camisola de linho. Percebeu logo que seu corpo não doía mais e lembrou da noite anterior, o que a aterrorizou.  Preciso sair daqui – logo pensou. No quarto não tinha banheir

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