Capítulo vinte e dois

1967 Palavras

O cheiro de café fresco fez eu despertar lentamente.  Eu amo café. Mas eu amo ainda mais o cheiro.  Sinto que estou sozinha na cama, pois Marco passou a noite me abraçando e acariciando a minha barriga. Discutimos nomes e se seria menina ou menino.  "Já temos um moleque, se for menina vai ser legal."  É o que ele dizia. E o que me faz pensar ainda mais na reação do Pedro ao descobrir que vai ter outro bebe por aqui. Meu coração acelera só de imaginar.  Papai não vai acompanhar o crescimento.  Não vai estar todo babão no hospital e nem me dar ótimos conselhos em noites banhada de choro e desespero pelo bebe não estar dormindo.  Ele não vai me fazer rir no meu pior dia.  Meu segundo filho, não irá conhecer o avô. É isso rasga o meu coração ao meio.  Estico o braço e seguro o celular

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