Luiza acordou assustada ao perceber que o celular estava tocando. Ao olhar pela janela, percebeu que já estava tarde, mas ela ainda tinha tempo para chegar ao trabalho. Saiu de sua cama e foi até o celular, mas no momento em que olhou para ele, a pessoa parou de ligar, e uma mensagem apareceu na tela. Era a babá. Passou em frente ao quarto de sua filha, que mexia em seu tablet. —Oi, mamãe. — Rafaela disse, sem tirar os olhos do joguinho em sua frente. Rafa era uma criança que possuía um grande coração, muito carinhosa com todos. Desde que seu pai faleceu, ela começara a se preocupar bastante com sua mãe. Apesar de ter apenas onze anos, era consideravelmente madura para sua idade. —Atendeu o telefone? Quem era? — Perguntou. —Era a Cleo, dize

