Era um dia comum. O sol lutava contra as imensas nuvens no céu, tentando atingir a rua com seus raios quentes. Phil estava no trabalho, e Beth era minha única companhia. Sem filhos, sem animais de estimação. Na pequena casa numa cidadezinha do interior, era apenas eu e ele. O comportamento de Beth, a empregada, estava peculiar. A mulher era agitada, tagarela, não parava quieta. Hoje ela chegara tão cedo que nem a vi entrando. Mantinha sua cabeça baixa a todo o tempo, m*l dirigia a palavra a mim. —Está tudo bem, Bethany? — A questionei. Ela me serviu uma xícara de chá e sentou-se na cadeira ao meu lado. —Você não vai gostar do que eu fiz. Não vai. — Seus olhos transformaram-se em grandes bolas brancas. Estava assustada, com medo. Antes que eu pud

