Capitulo 1.0

3350 Palavras
1.Os verdadeiros demônios estão nesse lugar, eles são pecadores e falam sobre Deus, mas são piores que lúcifer. São apenas hipócritas achando que falar sobre Deus, lhe da o direito de tomar o lugar dele. Yuri acordou com uma sensação estranha, o garoto mantinha seus olhos fechados sentindo uma dor de cabeça aguda. Ele podia sentir uma presença no local que estava, a cama era macia, a roupa de cama não era exatamente a que ele estava acostumado, acabou se acostumando em dormir no chão para ser mais preciso. As coisas pareciam estranhas. Ele estava deitado no que parecia ser uma cama grande, no que parecia ser um quarto. A sala era muito maior do que o que ele chamaria de quarto, mas com isso veio a sensação de espaço, mas ele não conseguia mexer seu corpo, seu cérebro não correspondia com o que ele queria fazer, ele se sentia mais leve e por algum motivo não conseguia mexer nada além dos olhos. Seu peito ardia, ardia como se tivessem jogado gasolina em seu pulmão e ateado fogo, como se estivesse queimando sem parar. Não conseguia respirar, e quando conseguiu mexer um pouco sua boca, uma fumaça azul saiu por sua boca como se livrasse desse fogo aliviando a dor. A sala estava estranhamente silenciosa, não que ele estivesse surpreso. Yuri se concentrou em tentar de alguma forma mover seu corpo, e após longos minutos finalmente conseguiu, ficou confuso ao se levantar da cama e ainda ver seu corpo deitado sob ela. Não demorou mais do que 10 segundos para o garoto perceber que se tratava de seu corpo físico, e ele estava controlando sua alma livremente, ele pensava seriamente se ele ainda estivesse dormindo, pois isso não fazia muito sentido em sua cabeça. Então o garoto resolveu olhar ao redor, para de alguma forma tentar entender o que havia acontecido, e se havia alguma forma de sair do local. Caminhando pelo local Yuri pode perceber como o lugar é lindo, seu semblante é calmo e bastante harmônico as luzes adentram invadindo cada detalhe que o envolvia, a brisa é perfeita acompanhada com o cheiro divino que exalava a todos os lugares. A individualidade é perfeita e única. Tudo era brilhante, charmoso e revigorante aos olhos de quem vê. Era totalmente belo. O salão que reflete a luz dourada é geometricamente perfeito, e o bancos estão posicionados de modo equidistante. Caminhando e observando cada detalhe do lugar, Yuri pode perceber que estava dentro de uma catedral, e olhando para pela janela percebeu um lindo jardim, tratou de caminhar para lá. Ao sair da catedral pode notar uma grande árvore que havia no centro do jardim, suas raízes se entrelaçavam no solo e e para fora do mesmo, como ondas até suas raízes desaparecer totalmente no solo fértil. Seus galhos eram simetricamente iguais, suas folhas incrivelmente saudáveis, a árvore continha lindas sementes. Ele poderia ficar admirando a árvore por horas. - a árvore da vida. – Yuri apenas movimentou seus lábios pois, sua voz não saia. – como é possível? – perguntou a si mesmo sentindo seus olhos pesados. Uma das principais analogias deste símbolo é o ciclo da vida, que começa com uma semente que brota, cria suas raízes e se desenvolve, ganhando força com o passar do tempo, gerando frutos e devolvendo alimento à terra, assim também gerando novas sementes e completando o ciclo. Esse ciclo também pode ser interpretado como uma representação das fases da vida humana, física e espiritualmente. A evolução e ascensão humana, que com as raízes fincadas na terra, cresce mirando o céu. A árvore também simboliza a ligação entre céu, terra e submundo, a criação, a fecundidade, a imortalidade, a nutrição e o crescimento. Caminhando mais para frente Yuri pode ver pessoas com longas asas e mantos totalmente brancos, correndo de um lado para o outro com pilhas de papeis, de livros sagrados, e no centro de todo dessa correria pode ver sete pessoas sendo algemadas. Correntes eram colocadas em seu pescoço, todos de cabeça baixa como se estivessem indo para algum julgamento. — Eu sinto tanta pena deles. – o garoto pode ouvir uma mulher comentar com outra. — Eu não sinto, eles foram contra Deus, acham mesmo que eles merecem piedade? – a segunda mulher a pergunta de forma fria. — Anaita, eles apenas salvaram a vida de seus humanos, eles não queriam ver eles morrem de uma forma tão c***l, eles são seus anjos da guarda! – a responde de forma afobada. — eles foram contra a palavra de Deus, eles terão que pagar suas consequências, o julgamento vai começar, e eu não acredito que você se tornou tão repugnante assim, você é herege como eles, hela. – Anaita faz uma expressão de nojo. – Uriel! – exclama alto. — o que você vai fazer? – hela pergunta desesperada. Um homem com uma armadura branca segurando um livro se aproxima, enquanto as outras pessoas apenas observavam tudo sem mover um dedo. De relance Yuri pode perceber que o mesmo estava com uma espada em sua bainha. — sim? – uriel com ar de autoridade fica seu olhar em hela, já imaginando o que estava acontecendo. — Ela é uma herege! Ela concorda com aqueles anjos da guarda que irão para julgamento, ela é igual a eles. – Anaita dita completamente raivosa. — N-não, eu não queria dizer isso. – Hela começa a se embolar em suas palavras por conta de seu desespero. — você está indo contra os pensamentos de Deus? – uriel ergue a sobrancelha e sem nem mesmo pensar pegou a sua espada e acertou no coração de Hela, a mulher não teve direito á uma segunda chance, e nem mesmo direito a reação. Assim que a espada foi cravada firmemente no peito da mulher, fez um líquido amarelo escorrer de seu peito, a mesma arregalou os olhos e gritou. A espada era cada vez mais fincada no peito de Hela, a fazendo sentir como se estivesse sendo atingida por mil espadas em todo seu corpo. Aos poucos o corpo da mesma se transformava em um pó azul, que a brisa fria daquele local levava junto a si. A poeira azul se espalhou por todo céu fazendo as pessoas daquele local virarem o rosto para onde Hela havia falecido. Yuri estava estático, não estava com medo, estava completamente paralisado tentando entender o que estava acontecendo, e o que ele deveria fazer. Se questionava como parou ali, e porque as pessoas apenas ignoravam sua presença, mas aos poucos ele entendia que não se tratava de pessoas, mas sim de anjos. Um som de sinos ressoou pelo local, chamou total atenção de Yuri, ele sentiu como se alguém estivesse o chamando para algum lugar. Mais uma vez. Ele ouviu o sino tocar mais uma vez, e passou a ir atrás de onde era que o som do sino estava vindo, tentando dizer para si mesmo que aquilo tudo não era real, e que ele só precisava se distanciar de tudo e todos, talvez esse sino pudesse o ajudar de alguma forma se é que seria possível, mesmo que Yuri não quisesse de certa forma seguir o sino totalmente, era como se ele estivesse sendo puxado para lá, como se estivesse sendo encantado por cada vez que ouvia os sinos tocarem. Ele para em frente a uma grande porta, uma porta com lindos adornos da árvore da vida na mesma, com detalhes dourados e brancos que se destacavam naquela grande porta. Com receio ele abre um pouco a porta e pode ver um homem com um manto branco cobrindo seu corpo, uma coroa de flores brancas em seu cabelo. O homem tinha um olhar tão inocente e tão puro, mas parecia tão desconfortável. Ele tinha asas tão grandes, e seu rosto parecia que havia sido esculpido por um escultor da Grécia antiga. — você será um anjo da guarda. – Yuri ouve uma voz, uma voz muito estranha, como se fosse 40 pessoas falando ao mesmo tempo, mas viesse de um único núcleo. — sim, senhor meu pai. – o homem apenas assente. Era como se aquele homem odiasse, ou não gostasse de ser anjo da guarda, ou não gostasse de humanos? Yuri não conseguia entender. — você terá que guardar... – aquelas vozes voltam a dizer. – Yuri Roux. Como se fosse totalmente programado, Yuri sente um forte vento o puxar, como se um furacão o forçasse a ir até ele. Em um piscar de olhos Yuri estava sendo sugado para a direção que parecia que o furacão estava. Em segundos ele estava no local do início, sendo totalmente arrastado por essa força anormal do vento até seu corpo. Um sonho. Tudo havia sido um sonho? Yuri abre os olhos meio atordoado, e percebe que está ao lado de seus pais, sentado no banco da frente enquanto ouvia a voz do pastor ecoar por toda igreja. Ele resolveu apenas ignorar as coisas tão desnecessárias que saía da boca daquele ser, que Yuri julgava ser tão repugnante. Após um longo discurso sobre como as pessoas seriam condenadas ao inferno, iniciou o hino, Eles estavam cantando uma música. Yuri ao prestar atenção na letra do hino percebeu o que o hino retratava, um hino alegre sobre como a vida nada mais era do que pecado e como éramos inúteis e como deveríamos ser felizes com tudo o que tínhamos porque a vida seria uma tortura eterna para os não crentes. Yuri odiava tanto aquele lugar, aquelas pessoas, que se achavam superior em algo que provavelmente não existe, de como usavam um livro para espalhar tanto ódio. Ele odiava a forma de como tudo era passado, e caso alguém negasse essa pessoa seria apedrejada com tantas palavras de ódio em nome de alguém superior. E de como não gostavam de ser contestados, e apenas eles estavam certos. O garoto varreu a igreja com o olhar e prestou atenção em um homem alto de terno que o olhava com um sorriso um tanto quanto diabólico, e esse homem parecia desfilar quando andava até a frente da igreja ficando ao lado do pastor. Parecia que ninguém via aquele homem ali, em poucos segundos o pastor que voltava a falar, aquele mesmo homem passou a mão pelo peitoral do pastor e por seus ombros, passou a língua pela bochecha do pastor enquanto ria. — Esse cara já tem um lugar no inferno. – o homem dita rindo alto. – ah! Tanto pecado~. – o homem fala de forma maliciosa lambendo os lábios. Yuri olhava assustado para aquele homem enquanto sentia seu corpo esquentar. O homem vestia um terno elegante, seu cabelo estava com um corte mullet, seu cabelo era castanho, seu olhar era penetrante. Quando o Homem olhou para Yuri em seus olhos, era como se o homem estivesse em busca da alma de Yuri através de seus olhos, Yuri sentia que se aquele homem se aproximasse dele , ele seria facilmente manipulado. O homem começou a caminhar para perto de Yuri, o mesmo não sabia o que fazer, não sabia como reagir. Ele passou a se sentir a presa mais fácil, e aquele homem um grande caçador que apenas com um toque poderia lhe fazer desaparecer, o homem que Yuri passou achar tão sensual quanto mais perto se aproximava. Ficou em sua frente, se inclinou e colocou seus braços em cada lado do Yuri se apoiando no banco que Yuri estava sentado, O homem sorrio de forma presunçosa, e aproximou seus rostos, até quase encostar seus lábios. - Yuri Roux... – o homem sorri ao ter certeza que Yuri o via, pois Yuri passou a ficar tenso com a ação do homem. – Então você consegue me ver... e nem tem como negar. – o homem solta uma risada nasalada. – isso é novidade, uma novidade bem interessante. O homem tocou o peitoral de Yuri, fazendo assim o mesmo sentir seu peito esquentar, era como se cada toque do homem fosse tão quente ao ponto de fazer Yuri sentir rastros de fogo em seu corpo. O homem passou o nariz no pescoço de Yuri sentindo o cheiro do mesmo. Quando o Homem vontou a olhar Yuri. - Cheiro de Humanos me enjoam. – o homem ditou rindo alto. – Eu achei que encontraria seu anjo da guarda com você, mas não, você está aqui sozinho. O homem que aparentava ser anos mais velho que Yuri começou a olhar suas unhas, enquanto sua presença fazia Yuri se sentir um pequeno rato fugindo de um gato. Yuri queria perguntar “quem caralhos é você?”, mas sabia que se falasse todos as pessoas daquela igreja olharia para ele, e novamente seria punido por seus pais. Seria jogado na despensa para pedir perdão a Deus, pedir perdão por ter desrespeitado a casa do senhor, e ele não queria isso. Já que da última vez que ele espirrou em meio a uma oração, foi preso na despensa fria por 3 dias seguidos, com direito apenas a pão velho e água. Como se o homem estivesse lendo a mente de Yuri, percebeu que ele queria saber quem era ele. - Prazer, me chamo Nikolai LeBlanc, sou seu obsessor. – ele diz com orgulho. – E eu vim aqui apenas para te vijiar de perto, e irritar seu anjinho. – ele diz e olha para o teto da igreja. – te achei~. – ele cantarola sorridente, então acena para o local. – encontrei seu anjinho da guarda. – ele volta olhar Yuri. – sabia que ele não gosta dos humanos? E olha que irônico. – ele gargalha. – ele vai ter que guardar você. Yuri não podia olhar para onde o homem apontava. O homem respirou fundo e fez uma cara de nojo, olhou para cada pessoa naquele local, e massageou suas têmporas. - Eu odeio esse lugar e essas pessoas tão nojentas. – Yuri o olhou com uma expressão confusa. – por que me olha assim, Yuri Roux? Você pensa igual a mim, sabe muito bem do que eu falo, Os verdadeiros demônios estão nesse lugar, eles são pecadores e falam sobre Deus, mas são piores que Lúcifer . São apenas hipócritas achando que falar sobre Deus, lhe da o direito de tomar o lugar dele. – ele ri baixo. – e olha que eu sou um demônio e sinto nojo desses mini demônios. - A paz do senhor, amém. – Yuri ouve o pastor dizer. Em menos de um minuto uma fila estava sendo formada na frente do pastor, tudo isso apenas para pedir uma oração, e benção do pastor, isso estava sendo cobrado por cada fiel ali presente. Cerca de 10% de seu salario apenas para receber uma oração. - Vamos embora, dessa vez você não precisa de uma oração. – Nabi, mãe de Yuri, fala séria após terminar sua oração. - Ao menos dessa vez esse garoto não nos da gastos. – ilseong, pai de Yuri, comenta com desdém. Yuri apenas abaixa a cabeça assentindo, não contestaria seus pais, principalmente ali naquele local. Sabia do quão impiedosos seus pais podiam ser, Nikolai toca o ombro do pai de Yuri e gargalha ao poder ver o que esse homem “fiel” a Deus fazia, Yuri n**a quase imperceptível, se sentindo estranho por está vendo essa cena, e o único vendo essa cena, bem, seu anjo da guarda também estava vendo, mas Yuri se negava em acreditar nisso. Yuri já estava achando que tinha desenvolvido esquizofrenia para estar vendo essas coisas. - Você sabia que seu pai tem amante? – Nikolai pergunta ao Yuri. – Não só tem uma amante, como também tem um amante. – ele dita risonho. – Nossa, eu acho que você não sabe, mas seu professor de história já ficou com seu pai, acredita? – Nikolai gargalha. – toda amante que seu pai tem, ele manda ela abortar, uau, que lixo humano. – ele continua gargalhando. - Vamos, Yuri, se apresse. – ilseong diz caminhando para fora da igreja e Nikolai acena para Yuri e para o anjo. - vejo vocês em casa. – O demônio diz sorridente. Yuri se levanta do banco ignorando a presença de Nikolai, e olha para o teto do local a procura do Anjo que Nikolai havia mencionado anteriormente, e acabou o vendo ali, o mesmo anjo que ele avia visto em seu suposto sonho. Aquele anjo olhava fixamente para Yuri, Yuri se sentia novamente sendo um alvo, mas agora tendo dois predadores atrás de si, mas tinha certeza que não importa para onde fosse, esses dois estariam correndo atrás de seu alvo. Ao adentrar no carro de seus pais, ficou olhando para paisagem, se assustou quando sentiu um forte vento em seu rosto, e acabou vendo um rastro preto passando pela janela, ao olhar para o céu procurando o que havia acontecido, viu asas pretas sobrevoando o céu de forma rápida, mesmo não podendo ver por muito tempo, tinha certeza que era Nikolai, e tinha mais certeza que iria encontrar o mesmo quando chegasse em casa. Ao ter certeza que tudo era real, ele se lembrou de seu passado, quando seus pais ainda eram normais ao seus olhos. Lembrou de seu passado, lembrou de quando tudo que Yuri tocou se transformou em cinzas, ele era novo de mais para se quer entender o que estava acontecendo. Lembrou de quando era apenas uma questão de tempo antes que a escola em tempo integral percebesse a correlação do que estava acontecendo, e contasse para seus pais. De todas as coisas que estavam acontecendo e parecia que o núcleo dos problemas vinham do garoto ainda criança. Yuri não queria ser assim. O garoto se lembrava muito bem que depois de assistir a um vídeo em seu tablet, ele sentiu o primeiro sinal de um anjo e de um demônio, sentiu a presença de ambos, mesmo não podendo os ver, mas ele descartou como uma farsa, achando que era mais uma vez algo falso. Mas justamente quando ele pensou que tudo era uma farsa, que era apenas mais um fruto de sua imaginação, já que ouvia isso desde pequeno quando falava para seu pai que havia um monstro de baixo de sua cama, o destino decidiu intervir e colocar as coisas em marcha. Ele passou a assistir com admiração tudo, enquanto sua escola era tomada por um demônio com pelo preto como a noite, o demônio vindo de várias pontas se movendo em diferentes direções, mas até determinado momento não havia sinais de quaisquer anjo ao lado dele, ele pode perceber de que o demônio apenas teve força pela inveja, raiva, e sentimentos do tipo vinham de cada criança e adolescente que estudava naquela escola. Yuri não sabe exatamente quando tudo começou ao certo, talvez tudo tenha começado com uma educação religiosa estrita e as mãos postas em oração dentro de sua própria casa. Mas não importava saber o inicio que tudo começou, pois aos quatorze anos, ele se viu em uma cama de hospital fraco como poderia estar após um ato de traição aquele demônio que ele não pôde desfazer, ele contou sobre a existência dele para seus pais, contou que ele existia. O demônio que ele via em sua infância ao se alimentar de sentimentos ruins, foi um dos primeiros demônios que Yuri havia feito um tipo de contrato. E o demônio que jurou lealdade ao garoto, quebrou o contrato deixando os pais de Yuri o colocar em uma cama de hospital, totalmente machucado ao contar que o via, ele poderia o proteger se quisesse, mas não o protegeria, Yuri quebrou a confiança de um demônio. Esse foi o primeiro contato de Yuri com um demônio, e a primeira vez que viu com seus próprios olhos o que seus pais eram capazes de fazer, o quão assustador poderia ser, e quão pior que um demônio seriam. Ao se lembrar do seu passado, Yuri pode sentir suas cicatrizes daquele fatídico dia arderem, não queria lembrar mais daquilo, não queria voltar a ver demônios, espíritos, ele queria apenas esquecer de tudo, esquecer de seu passado. Mas agora tinha certeza que não conseguiria.
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