A psicóloga plantonista, com o semblante sereno, se abaixou ao lado da cama de Maris, que ainda m*l conseguia manter os olhos abertos. O chiado de sua respiração se misturava com o bip ritmado dos monitores. Ela estava frágil, mas consciente. Seus lábios tentavam formar palavras, sem voz, apenas murmúrios desconexos, mas cheios de sentimento. — Maris... — começou a psicóloga com suavidade. — Eu sei que você tem muitas perguntas, mas você ainda está em recuperação. E há coisas que precisam ser ditas com muito cuidado. Maris piscou lentamente, tentando se concentrar. — Sua filha... a Brittany... ela não sabe do que aconteceu com você. Ela está aqui no hospital... mas está em repouso com os bebês dela, que nasceram prematuros. Os olhos de Maris se arregalaram, confusos. — Bebês...? — sus

