Ele estava de pé na minha frente e eu sentada na cama, secando as lágrimas com as costas da mão enquanto ele trancava a porta. Silenciosamente ele atravessou a droga do quarto desabotoando a camisa, estava sangrando no canto de uma sobrancelha e tentou não olhar pra mim quando passou, mas eu fui abrir a boca. — Não foi uma boa ideia dizer que sou sua noiva… Ele virou com fúria, sangrando e de peito exposto, ainda com a camisa vestida, se dirigiu a mim com raiva, segurou o meu rosto de um jeito dolorido e vociferou cada palavra. Cada segundo em que vociferou, foi com raiva. — A única ideia que não foi boa, foi a de você sair chorando que nem uma rata assustada deixando essas merdas pensar que não é ninguém! — gritou, como se a culpa fosse minha. — Não sou uma de vocês! — me desviei d

