A DOR DE UM DURÃO Eu dormia pra um caralleo de tranquilidade. É, o fodiddo do Maximilian tinha razão. A garotinha ali fazia um peso de diferença ou foi a trepada que me deixou foddidamente aliviado. Ela tinha um ronco baixo, uma paz no rosto e eu me sentia um putto mijando no poste, marcando um território perigoso. Pensei em abusar do p*u duro da manhã, fazer um sacode matinal nela, mas a p***a do telefone vibrou interrompendo qualquer merda de pensamento foddido… — Kennedy. — respondi com o aparelho no ouvido, o mais baixo possível. — Senhor, foram avistados duas vigias pela manhã. A mulher e as duas crianças foram seguidas até a escola, estamos na porta de sobreaviso. — ouço a voz de Martin, me alertando. — Merda… — resmunguei me levantando — Entrem na escola, comunique os internos e

