HALANA — Você está bem? — ele perguntava sério, com as mãos no bolso enquanto estávamos sozinhos no seu espaçoso escritório. Tinha dois caras do lado de fora da porta, o sistema de segurança estava um caos e eu estava diante o meu primo, o rei, completamente perdida. O que ele ia fazer comigo? Não tenho mais idade para internados, mas ele ainda pode, e talvez deva, me mandar para algum convento sob a supervisão do Vaticano. Ele é um rei e suas ligações são fortes, a última que faria era tomar uma prima problemática debaixo do seu braço. — Sim, majestade. Estou bem. — respondi, do jeito mais firme que consegui. Eu olhei para as minhas e mais uma vez me senti ridícula com aquele monte de panos. Minha mãe era uma fanática, relacionava nomes com conceitos esquisitos, não batia muito bem
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