Tardes de Aurora – Parte 1

4913 Palavras

Eu estava ali, presa àquela árvore, com as minhas mãos amarradas por uma corda grossa, enquanto o vento agitava meu vestido florido, revelando mais do que eu gostaria. Diante de mim, o serviçal desfrutava de um paiero, apreciando a vista do meu corpo imobilizado. Uma sensação de vulnerabilidade e excitação tomava conta de mim. Ele trouxe uma caixa cheia de instrumentos, selecionando cuidadosamente qual deles usaria. Optou por uma chibata e se aproximou, levantando meu vestido. Sua voz ecoou em meu ouvido: “Você tem sido uma má garota, Juliénne. Por isso será punida.” Cada golpe da chibata marcava minhas nádegas, transformando o branco em um vermelho ardente. Uma, duas, três vezes… a dor se misturava com um prazer que eu não conseguia negar. A cada chibata, meus punhos se apertavam mais n

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR