Guilherme Werkema — Amor, já está na hora de acordar — sussurrou ela, com aquele tom suave que sempre me tira do sono. Eu, Guilherme Werkema, me levantar de madrugada para ir à empresa? Ela só pode estar sonhando. Assim que saiu do quarto, aproveitei para voltar ao meu sono precioso. Dez minutos depois, senti sua presença novamente ao meu lado, me chamando com paciência: — Amor, acorda logo. Abri os olhos e quase perdi o fôlego. Lá estava ela, minha ruiva, uma visão impossível de ignorar. Usava uma saia lápis que se moldava a cada curva sua de forma quase proibida, revelando uma sensualidade discreta que apenas eu conhecia tão bem. O homem ciumento em mim despertou imediatamente, sem gostar nada da ideia de vê-la tão… irresistível. Disfarçando meu próprio desejo, perguntei: — Vai p

