Escrever “A Última Volta” foi, para mim, mais do que um exercício literário: foi uma jornada pessoal. Cada página nasceu de uma inspiração de cada momentos marcaram minha vida. O processo de produção deste livro foi longo, intenso e divertidos.
Durante algum tempo, mergulhei em lembranças e emoções que muitas vezes preferimos esconder. Transformei em palavras aquilo que o coração insiste em guardar em silêncio: o medo de perder, a dor da distância, mas também a esperança das segundas chances. Foi um trabalho de paciência, de revisões infinitas, de noites em claro, mas sobretudo de entrega.
A pesquisa para compor os cenários e personagens exigiu dedicação. As pistas de corrida, os bastidores literários, os encontros em cidades como Milão e Mônaco tudo foi construído com cuidado para que o leitor pudesse sentir a intensidade de cada momento na história. Quis que cada detalhe fosse verdadeiro, que cada diálogo carregasse emoção, que cada despedida fosse sentida como real.
Mais do que contar uma história de amor, “A Última Volta” fala sobre escolhas. Sobre o que deixamos para trás e o que decidimos levar conosco. Sobre como o tempo pode separar, mas também unir. E sobre como, mesmo quando não dizemos “eu te amo”, o amor pode estar presente em cada gesto, em cada silêncio.
Produzir este livro foi como correr uma última volta em uma pista cheia de curvas: exigiu coragem, concentração e fé. Ao final, percebi que não escrevi apenas para mim, mas para todos que já viveram despedidas e ainda acreditam em recomeços.
Espero que cada leitor encontre nestas páginas não apenas uma história, mas também um espelho. Que se reconheça nos personagens, que se emocione com suas dores e vitórias, e que, ao fechar o livro, sinta que também é possível viver uma segunda chance.
Com carinho, Liliane.