— Ela morreu no parto. E a sua? — Ela morreu de câncer. Parece que temos algo em comum. A tensão entre nós é palpável e Gabriel me lança um olhar ilegível. Isso pen*etra na minha pele e eu olho para minhas anotações. — Olhe para mim, Tigresa. Sigo a sua ordem. O meu coração disparado. — O que você quer de mim? Eu pergunto. — Eu não quero nada de você. Ele diz. — Foi você quem me perseguiu para dar uma entrevista, lembra? Eu balanço a minha cabeça. — Você está brincando comigo desde o primeiro segundo que nos conhecemos na Fiamma. Você pode me jogar na rua quando quiser, mas você está ganhando alguma coisa com isso e eu realmente não entendo o quê. — Brincando com você? Ele levanta uma sobrancelha. — É assim que você vê isso? Eu concordo. — Você tem prazer em me perturbar. Gabriel

