O grito dela foi imediato. Observei, com um certo divertimento indiferente, enquanto ela caía no chão, segurando a mão machucada com a outra. A irmã dela se virou e se agachou ao lado. — Que p***a tem de errado com você? — ela rosnou para mim, e eu apenas estalei o pescoço. — Errado comigo? — agachei para encará-la nos olhos e deixei Nix se aproximar ainda mais. Meus olhos brilharam com o tom dourado. — Nada. — Nix pressionou mais forte, e sua voz se juntou à minha novamente. — Só estou cansada de alfas patéticos tentando ditar como eu devo viver. Como devo me comportar. E, mais importante, com quem eu posso falar. Senti o sangue correr mais rápido enquanto sorria. As presas pressionaram meus lábios outra vez, rasgando a pele recém-curada, mas eu não me importei. — Você não pode fazer

