**Dante**
Diana não poderia ter me dado resposta melhor; eu a amava loucamente e, agora que ela havia ganhado a sua loba, eu apenas sentia o vínculo mais forte entre nós. Para os lobisomens, sexo não era tabu; na verdade, era algo muito natural e comum de acontecer quando se encontrava o seu companheiro, uma forma de aumentar a i********e e fortalecer o vínculo que os ligava.
Estar diante de Diana, naquele momento, significava muito mais do que sexo; iríamos compartilhar um vínculo que perduraria por toda a nossa vida, e eu não poderia desejar pessoa melhor para compartilhar esse momento comigo. Sinto ela se apertar mais contra mim e me surpreendo por ela não se mostrar envergonhada com aquilo.
— Te amo, docinho — digo com toda a convicção que há no meu peito. Vejo um sorriso abrir-se nos lábios de Diana. Ela se estica na ponta dos pés, tentando alcançar os meus lábios; dou risada quando ela não consegue e a ergo nos meus braços.
— Seria loucura se dissesse que também te amo? — pergunta ela, olhando-me nos olhos.
— Não, seria apenas a verdade; posso ver isso nesses olhinhos brilhantes — digo, inclinando-me e beijando o seu rosto, com os meus lábios descendo pela sua bochecha e pousando delicadamente nos seus lábios.
Observava a sua expressão, extasiado com o que via. Sinto as mãos de Diana envolverem o meu pescoço enquanto ela me puxa mais para si. Diana entregava-se ao vínculo entre nós com uma intensidade que me surpreendia. A sua confiança e desejo eram tão palpáveis quanto o toque dela no meu rosto. À medida que sentia a sua pele nua pressionando-se contra mim, cada sensação parecia ampliada — não só pelo vínculo, mas pelo respeito e atração mútua que nos ligavam.
Assim que os nossos lábios finalmente se tocaram, uma faísca percorreu-nos como um raio, uma corrente elétrica que me fez esquecer tudo à volta. O beijo era, ao mesmo tempo, suave e desesperado, cada segundo uma explosão de sentimentos contidos até então. Os seus lábios eram suaves nos meus, e aquilo apenas me fazia desejar mais dela.
Quando nos separamos, ela não desviou o olhar; pelo contrário, os seus olhos fixaram-se nos meus, cheios de uma intensidade que me fazia perder qualquer hesitação. Carreguei-a nos meus braços até a manta que havia forrado na clareira. Os seus olhos brilhavam com expectativa, e eu não podia deixar de sorrir ao sentir o calor do seu olhar, uma energia quase hipnótica que me envolvia. Afastando lentamente uma mecha de cabelo que caía sobre o seu rosto, mantive o contato visual, buscando uma última confirmação silenciosa.
— Te amo, minha doce companheira — sussurrei, sentindo as palavras carregadas de uma verdade profunda e de uma emoção nova, quase incontrolável.
Deixei que as minhas mãos deslizassem pelas suas costas, sentindo a suavidade da sua pele e a proximidade que ansiava desde que nos conhecemos. Diana respondeu ao toque com um suspiro, e, ao ouvir aquele som de entrega, todos os sentidos pareciam aguçar-se. Senti-me tomado pela urgência de fazê-la sentir-se amada, protegida e completamente minha.
Ainda mantendo-a nos meus braços, deitei-a gentilmente na clareira. O brilho prateado da lua iluminava-a, refletindo no seu olhar um misto de excitação e suavidade. Eu estava hipnotizado e, naquele momento, não havia nada além de nós, da presença um do outro, do calor crescente.
Deslizei a minha mão pelo seu rosto e desci até o seu pescoço, onde sentia a pulsação acelerada. Os beijos que seguiam eram uma confirmação silenciosa da nossa conexão, um pedido e uma promessa ao mesmo tempo. Ela fechou os olhos, entregando-se por completo aos meus toques e ao meu carinho, e eu sabia que o vínculo entre nós só se fortalecia com cada segundo que passava.
Acariciei o seu pescoço e ombros, sentindo como ela reagia a cada toque, o corpo levemente arqueado ao responder ao toque dos meus dedos. Diana abriu os olhos novamente, o sorriso agora mais terno e confiante. As suas bochechas coradas e lábios entreabertos eram uma tortura para mim.
— Sabe que pode parar a qualquer momento, não é? — perguntei, sussurrando próximo ao seu ouvido. Ela assentiu, sorrindo, e os seus dedos tocaram o meu rosto com suavidade.
— Não quero parar, Dante… — respondeu num tom firme, mas doce. Senti o peso das suas palavras, uma entrega completa e consciente que me fez querer ser mais cuidadoso, mais atencioso. — Quero ser sua por inteiro.
Passei os meus lábios pelo seu rosto e pelo pescoço, continuando a explorar a sua pele com um carinho infinito. Senti a suas mãos deslizarem por minhas costas e, naquele momento, era como se pudéssemos ouvir os nossos corações batendo ao mesmo tempo, uma sincronia que não precisava de palavras para ser compreendida.
Conforme ela relaxava nos meus braços, com as nossas peles em contato, sentia que era mais do que uma ligação física. Era algo mais profundo, quase espiritual, e isso tornava o momento ainda mais significativo para ambos. Os meus lábios deslizavam pela sua pele, indo em direção aos seus s***s expostos, banhados apenas pela luz da lua.
— Tão maravilhosa — digo, olhando fascinado os seus s***s. Vejo ela corar ainda mais, o que a deixava ainda mais desejável para mim.
Deslizo as minhas mãos pelo seu seio, acariciando delicadamente a sua pele. Inclino-me e tomo o seu outro seio entre os lábios, com a minha língua circulando o seu mamilo rígido, dando pequenas mordidas. Eu a sentia se arquear deitada na manta, a suas mãos apertando a minha cabeça na sua direção.
A minha outra mão desliza pelas pernas de Diana, sentindo a sua pele se arrepiar. Pequenos gemidos deixavam os lábios de Diana, o que me fazia desejar mais daqueles sons. Eu gostava de saber que era eu que causava aquelas reações no seu corpo, que aqueles gemidos eram apenas meus e de mais ninguém.
“Minha.”
Passo os meus dedos por sua i********e, sentindo-a molhada e pronta para mim. Acaricio o seu ponto sensível e me deleito com os pequenos gemidos que deixavam os seus lábios.
— Dante, eu quero você... — diz ela, ofegante, puxando os meus cabelos.
— Tem certeza, Diana? — pergunto, olhando nos seus olhos. — Quando começar, não pararei.
— Quero ser sua, Dante — diz ela, arfando. — Me faça sua.
Aquele era um pedido que eu jamais recusaria. Posiciono-me entre as suas pernas com cuidado; sabia, pelo cheiro que Diana exalava, que ela jamais tinha pertencido a outro homem. Com cuidado, esfrego a cabeça do meu m****o na sua entrada molhada, deleitando-me com o seu calor.
— Tem certeza? — pergunto mais uma vez.
— Sim — diz ela, olhando fixamente nos meus olhos.
Inclino-me e tomo a sua boca num beijo voraz. Com um único impulso, a penetro, abafando o seu grito com a minha boca. Estar dentro de Diana era o paraíso; eu me sentia sendo apertado pela sua i********e e me controlava para não a tomar com a intensidade que sentia naquele momento.
— Passou, docinho — digo, beijando o seu rosto e sussurrando palavras de conforto no seu ouvido.
— Isso doeu — diz ela, com lágrimas nos olhos.
— Eu sei, amor, mas prometo que você gostará. Não sabe o quanto fico feliz por você nunca ter sido tocada — digo e vejo as suas bochechas corarem.
Volto a beijá-la, desfrutando do seu sabor; a minha língua adentra a boca de Diana e era como o paraíso. Lentamente, ela volta a gemer nos meus braços e, sentindo que estava mais relaxada, começo a me mover suavemente. Sinto o corpo dela se tencionar um pouco, mas ela começa a relaxar à medida que o prazer aumentava.
Diana gemia nos meus braços; eu apreciava seu corpo como a obra de arte mais rara do mundo. Vejo os seus olhos mudando de cor e sabia que a sua loba desejava me marcar; ela estava à beira do prazer.
— Venha, querida, me marque e serei para todo o sempre seu — digo, permitindo que os meus caninos se alongassem. Diana inclina-se em direção ao meu ombro e crava os seus caninos em mim ao mesmo tempo que eu. Sinto uma explosão de prazer percorrer o meu corpo enquanto gozávamos juntos; nossas mentes se abrem e começo a ouvir e sentir tudo o que ela sentia. Era mágico.