Rafael Leonardo me olhava surpreso. - Você fez o que? Sustentei o olhar dele. - Comprei um telefone para ela. Aquele traste do seu avô tomou o celular da menina. Estávamos sentados em uma mesa no fundo do bar que costumávamos frequentar. Pela primeira vez eu não estava me sentindo bem ali, principalmente por que a garota que trabalhava ali como garçonete e que ficava comigo de vez em quando não parava de me olhar. Eu não estava com cabeça para mulheres naquela hora. - Como ela passou esses dias? Encolhi os ombros. - Do mesmo jeito. Acho que estava sentindo sua falta. Ele parecia preocupado. - Não consigo entender por que ela parou de falar. Meu Deus! Isso não faz sentido. - p***a cara! Não estava nos nossos planos que eu fosse escoltar sua irmã, meu objetivo naquela casa é o

