Capítulo 38

1296 Palavras

Sulamita   Me aproximei devagar da porta do banheiro e girei o trinco. Estava fechada. Tentei ouvi algum som lá dentro. Nada. Fazia mais de meia hora que ela estava trancada lá dentro e eu não sabia o que fazer. Será que ela passou m*l e desmaiou? Comecei a ficar nervosa. Bati na porta devagar. - Mãe... Silêncio. - Mãe, por favor, responde. Ouvi um gemido e o som de soluços. - Vá embora daqui, eu não mereço viver!  Meu Deus! O que ela estava fazendo? - Mãe! Por favor abre a porta, eu estou ficando com medo. - Não vou mais atrapalhar você e seu irmão, eu não sirvo pra ser mãe de vocês. Ela não ia abrir a porta. Eu não podia perder tempo. Peguei o telefone e liguei para a Alina. Ela demorou para atender. Com certeza devia estar tão abalada quanto eu, devido à prisão do Léo e

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