Capítulo 7

1051 Palavras
Alo? - atendi, não havia nome na chamada. _ Oi meu bem!- uma voz feminina e um pouco familiar do outro lado _ Ham....com quem quer falar?- pergunto, ja sentindo uma pitada de ciúme _ Caio por gentileza!- a moça do outro lado fala. _ Bom então voce esta sem sorte ele nao está..- ela nao deixa eu terminar _ Há querida que pena, mas depois passa o recado pra seu chefe e diz q coelhinha dele ligou e que estou com saudade. _ Como é? - Perguntei pois acredito não ter ouvido correto, mas antes de poder falar mais alguma coisa ela desligou na minha cara ainda mais. Que p***a de coelhinha!!! Não... Se acalme Cloe, Caio nunca que iria me trair, jamais. Mas pensar assim nao foi o suficiente, a tarde toda minha mente só borbulhava com a possibilidade! Não. Impossível digo a mim mesma. Logo minha irma chegou, Mariana sentou ao meu lado mas não dei muita atenção, minha cabeca estava a mil _ O que foi mana?- ela me pergunta, me tirando dos meus disvaneios. _ Nada..- digo _ Ei pelo pouco que te conheço sei que algo aconteceu. O que foi?- insistiu ela, e eu presciso falar com alguém então conto tudo para ela. _ Ai meu Deus!! Voce nao pode ficar com uma pessoa que te traia!- ela fala veementemente _ O Caio nunca iria fazer isso!- digo ela me encara _ Irmã homens são assim, nunca ficam satisfeito com o que tem! _ Não o meu marido...- afirmo, tentando acreditar nas minhas próprias palavras. _ Tudo bem..se voce acredita nisso. _ Quando ele chegar vou conversar com ele. _ Olha eu acho melhor não, fica de olho, ver se chega com cheiro diferente, marca de alguma coisa, ai sim você conversa com ele! - ela diz me dando um ideia, então penso melhor e concordo, não vou tirar conclusão precepitada do meu marido. Assim que ela sobe para seu quarto, eu fico na sala, aflita e com raiva, subo para o meu também, foi a primeira vez que fico acordada esperando por ele. Caio. Ao chegar em casa a ouço silenciosa, tiro minha gravata e a jogo no sofá, passo na cozinha bebo água e subo para meu quarto, e me deparo com Cloe sentada na cama olhando para os pés, assim que me vê entrar olha e da um sorriso, pelo que conheço algo não está bem. _ Acordada! O que aconteceu? - perguntei me aproximando dela. _ Sem sono. - ela diz e me abraça e respira forte, então a aconchego em meus braços. _ Você me parece está um pouco preocupada! - digo a olhando bem, ela abaixa a cabeça e diz. _ Só uma dorzinha de cabeça! Vai tomar banho, para deitarmos. - ela fala, mas eu sabia que ela estava mentindo, mas não ia forçá-la a me contar, então apenas fiz o que ela pediu fui tomar banho. Ali na sala. Na escuridão na noite Mariana levanta-se para beber água ao chegar na sala se depara com a gravata vermelha do Caio jogada ali, como se estivesse a sua espera. A mesma a pega e a cheira, e a agarra junto ao seio e fecha os olhos e começa a imagina lá a tirando e o puxando para sua cama, e ele a agarrando sem pudor, rasgando sua roupa a fazendo sua. Só imaginar Mariana sentiu um calor subir em suas pernas, e ao cheirar mais uma vez lembrou da conversa com Cloe mais cedo, então algo demoníaco em seu sorriso nos leva a crê no que ele vai aprontar. Mariana vai em seu quarto e pega um dos seus perfumes e borifa na gravata em suas mãos. E volta e a coloca no lugar... "Ah Caio... Vou tê-lo na minha cama". Pensou ao beber sua água olhando para a gravata ali inocente no sofá. Na manhã seguinte enquanto Cloe desce pra sala, afim de ver se o café da manhã estava pronto, de longe de ver a gravata de Caio e bufa, ela odiava que ele largasse roupa pelos cantos, ao pegá-la, digamos por extintos feminino ela cheirou, e não lembrava desse cheiro, não desse perfume, segurou firme e novamente subiu as escadas e o encontra descendo. _ Vai aonde ele? - ele pergunta normalmente. _ Esqueci de uma coisa... O café está pronto! - ela diz e sobe sem da nenhuma outra explicação. Ao chegar em seu quarto, vai em cada frasco de perfume e nenhum se quer combina com o que está na gravata do Caio! E ao imaginar que sua irmã está certa o sangue ferver. Em instantes sua cor altera. Mesmo sentindo algo borbulhar ela desce para tomar seu café e se senta sem ao menos lhe dirigir o olhar. Todos estavam a mesa, Marina, Caio, Cristal, Clarisse, e Carret que chegou hoje cedo pela manhã, o que deixa a situação complexa ambas partes. Em um lado as faísca entre Cristal e Carret e o ódio de Cloe pelo Caio e o desejo de Mariana pelo marido da sua irmã. _ Gente pelo que me lembro vocês eram mais animados! - Clarisse dispara ao ver o silêncio naquela mesa. _ Tenho que concordar irmã, até a pequena Cristal era comunicativa! - Carret solta, e ela lança lhe um olhar, o que faz ele querer rir, Carret não conseguia entender o porque da reação dela em todas as vezes o que via, de não ser mais gentil com ele por ter a salvado daquele canalha na festa. Mas no fundo ele gostava de ver que isso a provocava, e ele não tem intenção de parar tão cedo. _Meu dia ontem foi cansativo! - Dispara Caio saboreando seu suco _Imagino!! - Cloe diz baixo, e Caio percebe seu tom irônico, mas não fala nada. _ Nem fale ontem foi um loucura naquele desfile! -Mariana que estava toda alegre fala, pois tinha certeza que pela cara de Cloe ela tinha caído na armadilha. _Graças a Deus hoje é sábado! - Carret diz_ Por falar nisso Caio me da uma ajuda depois na moto? _Ajudo sim! - E todos voltam comer em silêncio, mas se ligassem o som dos pensamentos, o da Cloe estaria gritando "Filho da puta..... Eu vou te matar Caio Belmiro, i****a e escroto "
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