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4114 Palavras

Saio daquela casa buscando ar puro, nada de bom existe ali dentro mais. Faltou pouco para pegar minha arma e acabar com ela ali mesmo. Mas ela faz parte do primeiro acordo que tenho em mente, jogar Fernanda para o cartel de Tijuana. — Volte, Isabela! Seja mulher! — Ouço sua voz, enquanto caminho em direção ao bar. Maria está passando um escovão no chão, vejo marcas de agressões em seus braços. Desde que me casei não venho para cá. Não tive a chance de falar com ela. — Maria. Ela se vira surpresa ao me ver. — O que faz aqui? Eu achei que não voltaria mais — diz, atordoada, como se ainda precisasse absorver minha visita. — Tenho planos agora. Foi uma surpresa ver seu pai fodendo minha irmã, ele entrega dinheiro para ela? Ela assente, olhando para os lados para tomar cuidado. Pego

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