19 - Baekhyun: Vício

914 Palavras
Entendo como Chanyeol se sente confuso quanto a isso tudo, eu só fui entender bem a nossa sociedade quando estava me formando na faculdade. Depois de anos estudando sobre tudo que ocorreu nessas eras – tive cadeiras de história – e como as coisas funcionavam a partir de então. Parece muito complicado às vezes, mas com o tempo a gente acostuma. Na infância é muito fácil, somos como humanos normais, nem temos porque ter curiosidade sobre a metade lobo, mas quando a vida adulta chega tudo se torna mais difícil. É aonde a sociedade julga a sua classificação. A classificação é sempre o mais importante. Isso é tão ridículo. Eu acho que se ainda tivéssemos os diretos dos puramente humanos seria muito melhor, nossa sociedade seria justa, com brigas talvez, pois alguns ainda manteriam o preconceito, mas seria mais igualitária. Não entendo como a maioria de nós não se preocupa com isso. ... Chanyeol estava dormindo calmamente.  Eu amava o ver com aquela respiração calminha e as bochechas que sempre coravam durante o sono, me pergunto se Hideki será assim. Alguém grande e fofo. Já estou no sexto mês de gravidez, e até que não está sendo tão r**m.  É só que meus pés ficam inchados, o bebê gosta de chutar a noite, eu não consigo dormir direito, eu como o tempo todo coisas esquisitas ou que normalmente eu odeio e eu sinto muita vontade de f********o, faria em todas as posições possíveis, mas não dá por conta da barriga. Ah, fora o calor desse verão, eu não consigo ficar de roupa, em casa o máximo que eu uso são aquelas regatas do Chanyeol que ficam bem largas, mas eu prefiro andar pelado mesmo.  Eu sei que é tortura, mas eu me sinto bem assim. Fui para cozinha comer meu sorvete de limão com uva passa, mas ele tava mais pra suco, então tive que comer o de abacaxi. Eu amo sorvete de abacaxi. E naquele momento estava tudo mais gostoso. Quando eu já estava quase lambendo o pote Channie apareceu com todo aquele corpo gostoso e peladinho na cozinha. — Por que você se suja tanto enquanto come hein? — Eu não tô sujo... – falei com a boca ainda cheia de sorvete. — A não? Ele segurou meu rosto e começou a lamber onde tinha sorvete, nossa me impressionei quando ele lambeu minha testa. Mas se focando em outras coisas, ELE ESTAVA PELADO E ME LAMBENDO daquele jeito pornô que só ele sabe fazer. Também é só nisso que ele não parece uma criança. O resto eu cuido dele como se fosse pequeno. Quando ele perguntou se eu cuidaria dele eu não achei que tomaria o posto de omma, mas tudo bem! — Eu prefiro você lambendo outro lugar.  Lancei aquele sorrisinho malicioso. Logo senti sua língua dentro da minha boca, os beijos dele são tão gostosos. Chanyeol me pegou pelas coxas e me colocou sentado na mesa, ficava na altura perfeita para seu m****o ficar se friccionando com o meu, fazendo-me sentir aquele calor gostoso. — Deita aí. Eu me deitei na mesa com as pernas flexionadas. Chan começou a passar a língua e beijar as minhas coxas, depois deu umas sugadas na minha glande e nas minhas bolas até chegar na minha entrada. Ele passava a língua de vagar por toda a área, suas mãos apertavam minhas nádegas e as mantinham separadas para que sua língua continuasse a passar com calma por aquele lugar, eu senti minha entrada se contrair contra sua língua que queria entrar no meu buraquinho. — Aaah Channie... – ele mordeu a minha b***a e voltou a lamber. Eu podia sentir os fios de saliva escorrer por entre as minhas nádegas e aquela língua gostosa continuar tentando entrar em mim. — C-Channie... Tá bom, eu to quase gozando assim. — Bae... Eu também quero uma chupadinha. — Tá... Me levantei da mesa e me sentei na cadeira, eu não ia ficar de joelhos no chão, não, nem brincando, aquela altura era suficiente para que seu p*u estivesse na minha cara e era isso. Segurei aquelas coxas grossas e macias e enfiei tudo na boca sem cerimonias. Não tava afim de brincadeiras, eu queria aquela delicia em outro lugar. Eu fazia movimentos rápidos com a cabeça e enrolava a minha língua naquele p*u gostoso, eu gemia só de senti-lo pulsar na minha boca. Chanyeol começou a agarrar meus cabelos e me impulsionar em um ritmo mais rápido. — Channie... Cuidado você tava quase gozando... Me levantei da cadeira e apoiei minhas mãos na mesa, eu estava levemente inclinado, com a b***a empinada na direção dele. A posição até que era legal, minha barriga meio que ficava apoiada na mesa. Fazia um pouco de cócegas.  Channie me agarrou com vontade e me penetrou de uma única vez. Gemíamos alto, ele fazia movimentos rápidos me deixando inebriado com tanto prazer. Eu estava ficando fraco, minhas pernas estavam bambas. — Channie aaah... Vamos para o sofá aaah... Ele me virou e me puxou para seu colo, me penetrando outra vez. Me carregou até o sofá e me deixou sentando em seu colo, suas mãos agarravam minha b***a e me ajudavam naquele sobe e desce frenético. Mais algumas estocadas e gozamos gemendo alto. Estávamos ofegantes, mas mesmo assim começamos um beijo cheio de luxúria e desejo. Ou amor, pode ser amor também. Eu não conseguia parar, ele era quase um vício pra mim. O melhor vício que eu já tive.
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