Depois do banho eu coloquei outra blusa do Chanyeol e fui para o quarto.
Ele tinha arrumado as coisas como eu pedi, mas ele não estava na cama como sempre me esperando e... Meu vibrador também não estava mais ali.
Eu queria berrar com o Chanyeol, mas aí eu acordaria o Hideki.
Fui até a cozinha e nada dele.
Então eu ouvi um barulho de batida. Vinha de um dos quarto que ainda não usamos.
E logo depois eu pude ouvir uns "A-ah, ah" meio altos.
— Chanyeol? – perguntei colando meu ouvido na porta.
— Baekkie... – respondeu num gemido.
— Me diz que não está brincando com meu vibrador!
Por um momento quase jurei ter ouvido uma risada, mas então ele gemeu de novo.
— E-eu... Hmm... Tô sim... Eu precisava me aliviar de algum jeito, Baekkieee...
— Não dava só pra b*******a punheta? Você é um Alfa, como está fazendo pra esse troço entrar em você?
— Quer ah... Saber o que eu to fazendo Baekkie? Por quê? E-e se você se excitar? Posso te aliviar?
— Não Chanyeol! Vai pro inferno! Eu não acredito que está fazendo essas merdas! Agora é que eu não vou dar pra você! – falei meio alto, dei um tapa forte na porta e fui para cozinha pegar meu doce.
Fiquei no quarto esperando Chanyeol voltar, acho que foram uns quinze minutos, mas parecia uma eternidade.
Logo depois ele voltou com os cabelos molhados – deve ter tomado banho no banheiro do corredor – e vestindo apenas uma calça de moletom azul escuro.
Ele se atirou na cama com um sorriso de orelha a orelha.
— Seu i****a! – disse com a boca ainda cheia.
— Foi você que começou.
— i*****l!
— Me dá um pedaço?
— Não, é meu! – tirei o bote de perto dele.
Sim, eu estava comendo num pote, melão inteiro e a toda a barra derretida! Estou grávido e tenho meus direitos.
— Só um pouquinho. – fez bico.
— Não! – respondi de boca cheia.
— Pareceu um gato miando.
— Eu te odeio Chanyeol!
— Eu vou fazer conta que acredito!
— Não poderia só ter esperado um pouquinho e depois a gente fazia um sexo bem louco? – falei quase lambendo o pote com os restinhos de chocolate.
— Não, pra que deixar pra amanhã o que pode se fazer hoje?
— Porque você tava de castigo. É assim que vai ensinar seus filhos? Vai os deixar fazerem o que quiserem?
— Não, Baek.
— Então, era só ter esperado uma semana! Mas você não aguentou dois dias e deu essa b***a! Eu to com muita raiva de você. Não é pra dar a b***a Chanyeol! Não é! Tá errado!
— Mas não é você que é contra os padrões da sociedade poxa?
— Sou! Mas é geneticamente impossível você achar legal meter algo em si mesmo. Não dá! Não é pra dar a b***a!
— Mas você dá! – disse com um bico que mais me deu vontade de bater na cara dele do que beijar.
— Mas eu posso! Nasci pra isso! É a mesma coisa se você pedisse pra eu te comer... Não ia rolar, não ia me sentir bem.
— Hmm... – respondeu em tom malicioso, mordendo os lábios.
— Eu não vou te comer Chanyeol! Olha... – larguei o pote (vazio) sobre o criado mudo e me sentei sobre seu m****o, que estava coberto pela calça. – Só eu posso fazer essas coisas, okay? Não quero ninguém mais por aí dizendo que comeu meu marido.
— Eu não posso dar, eu já te marquei, só posso ser seu.
Me inclinei apoiando os cotovelos na cama e deixando nossos rostos bem próximos – seriam colados se eu não estivesse com essa barriguinha.
— Não é esse o ponto, eu não quero nada entrando em você! Nada, está entendendo! O único que pode ter isso, nessa casa, sou eu!
— Pode ter agora?
— Melhor isso do que eu perder meu marido pra um vibrador né!
— Com certeza você é melhor!
— Eu sei disso!
Me inclinei mais um pouco e colei nossos lábios, sentindo suas mãos apertaram minhas nádegas e forçar meu quadril para baixo, fazendo com que eu me movimentasse e friccionasse nossos membros.
Acho que eu perdi!
Mas pelo menos eu consegui castiga-lo por dois dias.
Acho que ainda estou no controle.
Espero.
Eu tenho que estar.
Enfim...