45 - Baekhyun: No controle

744 Palavras
Depois do banho eu coloquei outra blusa do Chanyeol e fui para o quarto. Ele tinha arrumado as coisas como eu pedi, mas ele não estava na cama como sempre me esperando e... Meu vibrador também não estava mais ali. Eu queria berrar com o Chanyeol, mas aí eu acordaria o Hideki. Fui até a cozinha e nada dele. Então eu ouvi um barulho de batida. Vinha de um dos quarto que ainda não usamos. E logo depois eu pude ouvir uns "A-ah, ah" meio altos. — Chanyeol? – perguntei colando meu ouvido na porta. — Baekkie... – respondeu num gemido. — Me diz que não está brincando com meu vibrador! Por um momento quase jurei ter ouvido uma risada, mas então ele gemeu de novo. — E-eu... Hmm... Tô sim... Eu precisava me aliviar de algum jeito, Baekkieee... — Não dava só pra b*******a punheta? Você é um Alfa, como está fazendo pra esse troço entrar em você? — Quer ah... Saber o que eu to fazendo Baekkie? Por quê? E-e se você se excitar? Posso te aliviar? — Não Chanyeol! Vai pro inferno! Eu não acredito que está fazendo essas merdas! Agora é que eu não vou dar pra você! – falei meio alto, dei um tapa forte na porta e fui para cozinha pegar meu doce. Fiquei no quarto esperando Chanyeol voltar, acho que foram uns quinze minutos, mas parecia uma eternidade. Logo depois ele voltou com os cabelos molhados – deve ter tomado banho no banheiro do corredor – e vestindo apenas uma calça de moletom azul escuro. Ele se atirou na cama com um sorriso de orelha a orelha. — Seu i****a! – disse com a boca ainda cheia. — Foi você que começou. — i*****l! — Me dá um pedaço? — Não, é meu! – tirei o bote de perto dele. Sim, eu estava comendo num pote, melão inteiro e a toda a barra derretida! Estou grávido e tenho meus direitos. — Só um pouquinho. – fez bico. — Não! – respondi de boca cheia. — Pareceu um gato miando. — Eu te odeio Chanyeol! — Eu vou fazer conta que acredito! — Não poderia só ter esperado um pouquinho e depois a gente fazia um sexo bem louco? – falei quase lambendo o pote com os restinhos de chocolate. — Não, pra que deixar pra amanhã o que pode se fazer hoje? — Porque você tava de castigo. É assim que vai ensinar seus filhos? Vai os deixar fazerem o que quiserem? — Não, Baek. — Então, era só ter esperado uma semana! Mas você não aguentou dois dias e deu essa b***a! Eu to com muita raiva de você. Não é pra dar a b***a Chanyeol! Não é! Tá errado! — Mas não é você que é contra os padrões da sociedade poxa? — Sou! Mas é geneticamente impossível você achar legal meter algo em si mesmo. Não dá! Não é pra dar a b***a! — Mas você dá! – disse com um bico que mais me deu vontade de bater na cara dele do que beijar. — Mas eu posso! Nasci pra isso! É a mesma coisa se você pedisse pra eu te comer... Não ia rolar, não ia me sentir bem. — Hmm... – respondeu em tom malicioso, mordendo os lábios. — Eu não vou te comer Chanyeol! Olha... – larguei o pote (vazio) sobre o criado mudo e me sentei sobre seu m****o, que estava coberto pela calça. – Só eu posso fazer essas coisas, okay? Não quero ninguém mais por aí dizendo que comeu meu marido. — Eu não posso dar, eu já te marquei, só posso ser seu. Me inclinei apoiando os cotovelos na cama e deixando nossos rostos bem próximos – seriam colados se eu não estivesse com essa barriguinha. — Não é esse o ponto, eu não quero nada entrando em você! Nada, está entendendo! O único que pode ter isso, nessa casa, sou eu! — Pode ter agora? — Melhor isso do que eu perder meu marido pra um vibrador né! — Com certeza você é melhor! — Eu sei disso! Me inclinei mais um pouco e colei nossos lábios, sentindo suas mãos apertaram minhas nádegas e forçar meu quadril para baixo, fazendo com que eu me movimentasse e friccionasse nossos membros. Acho que eu perdi! Mas pelo menos eu consegui castiga-lo por dois dias. Acho que ainda estou no controle. Espero. Eu tenho que estar. Enfim...
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