Zé Pequeno se levantou abruptamente da poltrona, como se tivesse sido atingido por uma onda de raiva. Ele começou a andar de um lado para o outro, seu ritmo pesado ecoando pela sala. A tensão no ambiente era palpável, e Mateus observava-o em silêncio, sentindo o peso da situação aumentar a cada segundo. "c*****o, esse filho da p**a tava me fazendo de palhaço o tempo inteiro!", Zé Pequeno resmungou, andando impacientemente. Ele parou por um momento, encarando o celular com as informações sobre Eduardo Coimbra, como se quisesse que a tela lhe desse mais respostas do que ela já havia mostrado. "Quem diria, hein? O cara que mais temido... O promotor. O Coringa." Mateus permaneceu calmo, seus olhos observando Zé Pequeno com cautela. Ele sabia que precisava aproveitar aquele momento de raiva e

