Brian Dois dias..., dois malditos dias que quase não passam, que não vejo o brilho do olhar dela, o seu sorriso que eu tanto amo, não sinto o calor da sua pele e nem ouço a sua voz. Eu não consigo comer, não durmo, sinto meu corpo doer querendo se entregar ao cansaço e a única coisa que peço, é que ela acorde. Isso é pior que tortura, e Aly não merece passar por isso. -Meu filho..., você precisa comer algo e descansar. – Minha mãe diz preocupada. -Não consigo..., a comida não desce e só saio daqui depois de vê-la acordada. – Respondo sentindo ela segurar minha mão e fico olhando para o teto. Ainda estou na sala de espera, só pude vê-la mais cedo por uns míseros cinco minutos e confesso que não é o suficiente. Me dói ver ela naquela cama, sem reação e sem poder ao menos ver seus olhos.

