Anna Sem interromper nosso beijo, Caio passou as mãos em minha cintura, e me levantou, me incentivando a passar as pernas envolta de sua cintura, eu prontamente o fiz, enquanto minhas mãos continuavam em volta de seu pescoço. Interrompi o beijo com a respiração irregular, e me afastei um pouco para olha-lo nos olhos, enquanto ele caminhava em direção a casa. - Alguém pode nos ver. – sussurrei me lembrando que aquele senhor costumava tomar conta do lugar durante a semana. A boca de Caio se curvou em um sorriso cheio de malicia. - Estamos completamente sozinhos, eu queria ficar sozinho, dispensei qualquer serviço, para não ser incomodado. - Isso é bom. – disse com um sorriso no rosto. Conhecendo aquele sem vergonha, ter esse lugar totalmente só pra nós, iria me dar trabalho, um trabalho

