Jorge Giovana se arrastou escada acima e foi se deitar. Eu também estava exausto, parecia que minhas forças foram drenadas do meu corpo. – Que loucura. – Ri de mim mesmo. Passei pela porta do quarto, Rosa estava caída da mesma forma de deixei. Não sei porque, sentia repulsa por ela. Não era o bafo de b.osta recém adquirido, algo nela, nos olhos sem brilho me deixava assim. Bati a mão na cama empoeirada e deitei. Escutei quando Giovana fechou o registro. Eu estava dormindo ao lado, se ela se pegasse com o tal cara eu escutaria tudo. Levantei peguei mais um travesseiro e cobri a cabeça. Acho que dormi por volta das quatro ou cindo da madrugada. Estava tendo algum sonho bom, quando senti unhas nas minhas costas. – Há! – Virei de uma vez e dei um tapa em uma mão gelada. A dona da mão

