Voltamos ao local do acidente. Como era de esperar não havia ninguém, e nada que apontasse um acidente ali. Enquanto voltava para casa dirigindo, Jorge e eu repassamos tudo. Contei por alto o que vinha passando na casa,e ele me contou que já havia tido um encontro com a escrava Sara. - Você acha que esses fantasmas não querem a gente lá? - Jorge, eu acredito que muita coisa triste e misteriosa aconteceu lá. E sei que a Sara é só uma das almas perdidas lá dentro. Mas temos que ser fortes, se quisermos ficar na fazenda. Tive que descer do carro e abrir o portão, voltei engatei o carro e segui pelo caminho longo até a entrada da casa cede. Jorge desceu contrariado. - Olha só. Amanhã vou começar a buscar mais sobre a história da fazenda. Agradeceria muito se fosse comigo até o museu. Tem

