ALÍCIA — Você tem que comer, se continuar assim, não vai sobreviver muito tempo. A cozinheira sussurra quando retorna para buscar o carrinho com a comida mais uma vez intocada. — Pensei que essa era a intenção de vocês. — Jogo vendo seus olhos se arregalarem. — Eu… — Ela parece querer falar algo mas desiste logo em seguida e sai balançando a cabeça. Minutos após retorna com frutas e uma jarra com água. — Vejam só, se não é minha querida esposinha fazendo greve de fome. Dimitri murmura entrando no quarto. Seu cheiro me provoca náuseas e me seguro para não sair correndo para vomitar na privada. Não quero que perceba que está conseguindo me desestabilizar. Ele se aproxima com o cabelo ainda úmido, pingando gotículas de água em minha pele. Agarra minha nuca e força sua boca na minha.

