Continuação... James É surreal como poucos segundos podem ser preciosos, e ver meu irmão ser baleado no peito na minha frente e não ter impedido é algo que me marcará para sempre. Meu corpo paralisa e entra em um estado de torpor que só desperta quando escuta os gritos desesperados de Alícia. — Não! Não! Não! Théo, por favor, não me deixe! Por favor... Me viro para Dimitri com a raiva nublado os meus sentidos e descarrego minha pistola em sua direção. Deus me perdoe por isso, mas esse homem não poderia ficar vivo. Ele fez muito m*l e iria continuar fazendo caso continuasse vivo. Observo seu corpo cheio de perfurações cair sem vida no chão do quarto. Olho para Alícia e a vejo em cima do corpo do meu irmão completamente descontrolada. — É minha culpa! Eu o arrastei para isso. Meu De

