ALÍCIA Abro a porta do meu apartamento com as mãos trêmulas. James e Abigail seguiram para a casa deles, alegando que qualquer eventualidade pudesse ligar para eles. Depois que saímos do restaurante Théo e eu não trocamos nenhuma palavra a não ser que ele me levaria de volta para casa. Ele passa por mim e se senta no sofá, apoiando os cotovelos sobre os joelhos, olhando baixo. Me aproximo em passos cautelosos segurando as lágrimas. Me sento em uma pequena poltrona e limpo a garganta. Ele não olha para mim, parece evitar olhar em minha direção. Isso torna a situação ainda mais dolorosa e disposta a acabar logo com isso começo a falar. — Eu conheci Dimitri quando tinha vinte anos. Eu ajudava meu pai a cuidar do nosso próprio negócio, um café. Minha mãe havia falecido há um ano. Foi atr

