O carro deslizou silencioso até a entrada da propriedade. Dois homens armados estavam de guarda, mas quando viram Ralph, só abriram o portão. Ninguém ousava perguntar nada. Georgina estava quieta, o corpo ainda dolorido, a perna latejando. Mas o que doía mais era o silêncio. Ralph parou o carro perto da porta principal, desligou o motor e desceu primeiro. Abriu a porta do lado dela, abaixou o corpo e a olhou de perto. — Consigo andar. Ela assentiu, mas não saiu. Ele viu a hesitação, o medo no olhar. Então, sem perguntar de novo, passou o braço por trás dos joelhos dela e a ergueu no colo. — Ralph... eu consigo. — Eu não tô perguntando o que você consegue. Eu estou dizendo o que vou fazer. Ela não disse mais nada. Só se agarrou no pescoço dele e sentiu o peito quente, firme, onde pod

