CAPÍTULO VINTE

2156 Palavras

CAPÍTULO VINTE Alec sentou-se no interior da forja húmida, perante a bigorna, rodeado por rapazes e homens por todos os lados, com a sala muito quente, cheio de nuvens de vapor e ao som de marteladas aço. Alec, também, martelava, martelando uma quente espada fundida, uma e outra vez, à medida que esta ia ficando branca, com faíscas a voar, com o suor a fazer arder-lhe os olhos, sem que ele já não se importasse. Ao seu lado estava sentado Marco e os seus novos amigos, tudo parte da resistência, a preparem-se para pegar nas armas contra a Pandesia. Alec martelava insistemente. Com cada golpe do seu martelo pensava em vingança. Pensou nos Pandesianos que esta a**a mataria, pensou no seu irmão, pai e mãe. Na sua aldeia. No seu povo. Alec sabia que todas estas novas armas que estava a forjar

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